Olá, seja bem vindo. O objetivo de nosso site é dispor todo conhecimento possível em manutenção elétrica, eletrônica e informática, destacando -se os tópicos básicos em manutenção elétrica industrial, abaixo segue um conteúdo do curso de " Manutenção Elétrica Industrial " oferecido pelo departamento de engenharia elétrica UFRN
27abr2012
27
abr
2012
Manutenção elétrica
Marcadores: eletrecidade, eletricidade, manutenção elétrica, motores elétricos | author: Anderson
22abr2012
22
abr
2012
Raios - como se proteger
Marcadores: eletrecidade estática, energia eletrica. a formação de um raio, raios, Raios - como se proteger | author: Anderson
Embora não haja estatísticas disponíveis para o Brasil,
centenas de pessoas a cada ano são atingidas por raios. Muitas morrem,
outras sofrem traumatismos e queimaduras. A maioria das vítimas são
atingidas ao ar livre, embaixo de árvores ou na água. No Brasil,
há inúmeros relatos de vítimas de raios, atingidas
enquanto jogavam futebol ou estavam na praia durante uma tempestade de verão.
As consequências das descargas elétricas de um raio podem ser
desastrosas, em razão da grande quantidade de energia que é liberada
durante a descarga. Foram criados vários dispositivos que protegem
contra os raios, porém o mais conhecido deles é o para-raios, criado por
Benjamin Franklin após a descoberta da eletricidade e do raio.
Outras medidas preventivas podem ser tomadas no intuito de manter-se seguro contra raios. Medidas como:
Evitar condutores, tais como: antenas, água, materiais elétricos, etc.
Durante uma tempestade evitar lugares abertos, não ficar sob árvores, elevações, etc.
Não tomar banho, pois no caso de uma descarga de alto potencial a água pode conduzir energia elétrica.
Evitar condutores, tais como: antenas, água, materiais elétricos, etc.
Durante uma tempestade evitar lugares abertos, não ficar sob árvores, elevações, etc.
Não tomar banho, pois no caso de uma descarga de alto potencial a água pode conduzir energia elétrica.
É igualmente perigoso ficar perto de torres ou redes de alta tensão,
cercas metálicas ou qualquer coisa mettálica, varais de roupas, num
carro com a porta ou a janela aberta, sobre um cavalo ou um trator,
dentro de casa em frente a uma janela aberta ou numa sacada.
O lugar mais seguro é uma construção sólida protegida com
pára-raios, grandes prédios sem pára-raios, automóveis com janelas
fechadas, cavernas e um local com um grupo de árvores cerradas como um bosque.
22abr2012
22
abr
2012
A formação de um raio
Marcadores: eletrecidade, energia eletrica. a formação de um raio, raio, raios | author: Anderson
A formação de um raio ocorre de forma rápida e violenta. Essa formação
se dá a partir da grande diferença de potencial entre as cargas,
positivas e negativas, entre nuvens e o solo ou até mesmo entre nuvens, e
quando o campo elétrico de uma nuvem supera o limite de capacidade
dielétrica do ar atmosférico, que normalmente varia entre 10000 volts/cm
e 30000 volts/cm, dependendo das condições locais. O ar que está entre
as cargas, ao se ionizar, torna-se condutor, permitindo assim que ocorra uma forte
descarga elétrica. Devido a essa forte ionização do ar que está entre as
cargas elétricas em movimento é que ocorrem os chamados relâmpagos, que
é a parte visual de um raio. A parte sonora ocorre em virtude do
aquecimento brusco e da rápida expansão do ar, produzindo assim uma
forte pressão que se manifesta através do trovão, parte sonora. Sendo
assim, relâmpago e trovão são conceitos diferentes, mas que tem origem
no mesmo fenômeno, o raio.
A ionização da nuvem ocorre em razão das milhares de colisões das partículas de gelo que se encontram no seu interior, esta é uma das teorias aceitas. Outra causa, que não exclui a primeira, estaria em efeitos resultantes da diferença de condutividade elétrica do gelo em face das diferenças de temperatura no interior da nuvem. Durante as colisões, as partículas de gelo se rompem, perdendo elétrons e transformando em íons, o que torna a nuvem eletricamente carregada.
A ionização da nuvem ocorre em razão das milhares de colisões das partículas de gelo que se encontram no seu interior, esta é uma das teorias aceitas. Outra causa, que não exclui a primeira, estaria em efeitos resultantes da diferença de condutividade elétrica do gelo em face das diferenças de temperatura no interior da nuvem. Durante as colisões, as partículas de gelo se rompem, perdendo elétrons e transformando em íons, o que torna a nuvem eletricamente carregada.
Fontes Brasil Escola
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21abr2012
21
abr
2012
PSM-750A Posicionador Microprocessado
Marcadores: calibrador B 200, PSM-750A Posicionador Microprocessado | author: Anderson
O PSM-750A é um posicionador eletrônico microprocessado, especialmente desenvolvido para controlar velocidade de turbinas a vapor.
Funcionando em conjunto com o atuador eletromecânico SVM-300, forma um conjunto completo para operação de turbina à distância.
O PSM-750A foi projetado para ser conectado a rede MODBUS RTU e ter todos seus parâmetros monitorados a distância através de um supervisório.
Possui controle de Set-Point remoto ou local, sendo o remoto controlado através de sinal analógico de tensão 0~10V ou de corrente 4~20mA.
A Variável de Processo (PV) pode ser sinal analógico de tensão 0~10V , de corrente 4~20mA ou de freqüência através de pick-up ou taco gerador (especificar).
Diferente dos posicionadores tradicionais, que necessitam de uma realimentação da posição do atuador eletromecânico para seu funcionamento, o PSM-750A utiliza a própria rotação da turbina para fazer esta realimentação. É um posicionador “step”. Isto evita a colocação de Transmissores de Posição (TEP) que desgastam com o tempo, minimizando manutenções.
Além disso, o PSM-750A oferece uma série de recursos de proteções e ajustes que nenhum outro eletro-posicionador possui.
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Funcionando em conjunto com o atuador eletromecânico SVM-300, forma um conjunto completo para operação de turbina à distância.
O PSM-750A foi projetado para ser conectado a rede MODBUS RTU e ter todos seus parâmetros monitorados a distância através de um supervisório.
Possui controle de Set-Point remoto ou local, sendo o remoto controlado através de sinal analógico de tensão 0~10V ou de corrente 4~20mA.
A Variável de Processo (PV) pode ser sinal analógico de tensão 0~10V , de corrente 4~20mA ou de freqüência através de pick-up ou taco gerador (especificar).
Diferente dos posicionadores tradicionais, que necessitam de uma realimentação da posição do atuador eletromecânico para seu funcionamento, o PSM-750A utiliza a própria rotação da turbina para fazer esta realimentação. É um posicionador “step”. Isto evita a colocação de Transmissores de Posição (TEP) que desgastam com o tempo, minimizando manutenções.
Além disso, o PSM-750A oferece uma série de recursos de proteções e ajustes que nenhum outro eletro-posicionador possui.
18abr2012
18
abr
2012
Contatores de estado sólido
Marcadores: acionamento de motores, chave estrela triângulo, Consumo de energia elétrica, contatores, contatores de estado sólido | author: Anderson
Os Contatores de Estado Sólido Varixx série Solidvar, são contatores tiristorizados que substituem diretamente os convencionais, para partida de motores de indução trifásicos ou qualquer outra aplicação em substituição aos contatores eletromecânicos.
Os CESs e Chaves Estáticas Varixx representam o estado da arte atual nesta área, podendo trabalhar inclusive em rotor de motor de anéis, onde a frequência é variável.
Os CESs e Chaves Estáticas Varixx representam o estado da arte atual nesta área, podendo trabalhar inclusive em rotor de motor de anéis, onde a frequência é variável.
Os contatores da série Solidvar são concebidos para substituir diretamente contatores convencionais , apresentando construção mecânica semelhante, não necessitando de alimentação adicional. A própria tensão de comando da bobina do contator convencional pode comandar o Contator de Estado Sólido. A tensão de comando pode estar na faixa de 20 a 240 VCA/VCC em várias opções, com consumo de 15mA o que permite atuação diretamente pelo CP ou CLP.
O CESs VARIXX operam no sistema “Zero Switch Control”, ou seja, ligam no zero de tensão e desligam no zero de corrente, não gerando ruídos eletromagnéticos e sobretensões, além de suavizar a “Inrush Current”. Apresentam total isolação entre comando, potência e contatos auxiliares, proporcionada por acoplamentos óticos; sendo assim, o usuário não precisa preocupar-se com diferenças de fases ou polaridade.
Existem modelos monofásicos, bifásicos e trifásicos, sendo que o modelo trifásico pode ser “Normal” (N) ou de “Alta Corrente” (HC), sendo que este também apresenta duas outras versões a saber: de “Reversão” (HCR) e “Light” (HCL).
Os tipos HC, HCR e HCL são especialmente indicados para acionamento de motores (operações em AC3 e AC4) e o tipo N para operação com cargas resistivas (AC1).
Em geral, se denominam Contatores de Estado Sólido ou CES os modelos trifásicos e bifásicos para cargas indutivas ou resistivas e Chaves Estáticas os modelos monofásicos, normalmente aplicáveis em cargas resistivas.
Todos os modelos da VARIXX, mesmo os menores, não utilizam Triacs , sendo na verdade preparados para cargas indutivas, devido ao seu avançado sistema de disparo dos tiristores ou alternistores, com isolação ótica e filtros de transientes, o que permite aplicação segura em sistemas com reversão de fases, sem perigo de queima de fusíveis por disparo de um semi-ciclo, por transientes na rede ou carga.
A linha Light foi especialmente desenvolvida visando economia de espaço para as aplicações que não exigem alta corrente média, ou seja, possuam ciclo de trabalho baixo mesmo que com picos de corrente altos, como por exemplo em motores de rotor bobinado (de anéis) ou qualquer outro com baixo “Duty Cicle”, mesmo que em altas frequências de manobras.
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O CESs VARIXX operam no sistema “Zero Switch Control”, ou seja, ligam no zero de tensão e desligam no zero de corrente, não gerando ruídos eletromagnéticos e sobretensões, além de suavizar a “Inrush Current”. Apresentam total isolação entre comando, potência e contatos auxiliares, proporcionada por acoplamentos óticos; sendo assim, o usuário não precisa preocupar-se com diferenças de fases ou polaridade.
Existem modelos monofásicos, bifásicos e trifásicos, sendo que o modelo trifásico pode ser “Normal” (N) ou de “Alta Corrente” (HC), sendo que este também apresenta duas outras versões a saber: de “Reversão” (HCR) e “Light” (HCL).
Os tipos HC, HCR e HCL são especialmente indicados para acionamento de motores (operações em AC3 e AC4) e o tipo N para operação com cargas resistivas (AC1).
Em geral, se denominam Contatores de Estado Sólido ou CES os modelos trifásicos e bifásicos para cargas indutivas ou resistivas e Chaves Estáticas os modelos monofásicos, normalmente aplicáveis em cargas resistivas.
Todos os modelos da VARIXX, mesmo os menores, não utilizam Triacs , sendo na verdade preparados para cargas indutivas, devido ao seu avançado sistema de disparo dos tiristores ou alternistores, com isolação ótica e filtros de transientes, o que permite aplicação segura em sistemas com reversão de fases, sem perigo de queima de fusíveis por disparo de um semi-ciclo, por transientes na rede ou carga.
A linha Light foi especialmente desenvolvida visando economia de espaço para as aplicações que não exigem alta corrente média, ou seja, possuam ciclo de trabalho baixo mesmo que com picos de corrente altos, como por exemplo em motores de rotor bobinado (de anéis) ou qualquer outro com baixo “Duty Cicle”, mesmo que em altas frequências de manobras.
17abr2012
17
abr
2012
Conversor eletromecânico
Marcadores: conversor eletromecânico, geracão de energia elétrica, magnetismo, motores elétricos | author: Anderson
Um conversor eletromecânico é um dispositivo capaz de converter energia
elétrica em energia mecânica, ou seja, de produzir movimento à partir de
correntes elétricas; quase sempre fazendo-o de forma a utilizar
diretamente os efeitos associados ao magnetismo. A exemplo os motores
certamente são conversores eletromecânicos, encontrando-se o princípio
de funcionamento desses já discutido nesse artigo. Há, além dos motores
elétricos, outros conversores eletromecânicos mais simples, contudo
também muito difundidos. Os tradicionais relés, e os alto-falantes, são exemplos típicos pertinentes ao caso.
Em um relé um eletroímã gera um campo magnético de forma a atrair um
elemento móvel - constituído de material ferromagnético - situado em
suas proximidades, provocando assim o movimento do sistema mecânico a
ele acoplado. Ao cessar a corrente no eletroímã, molas geralmente cuidam
de fazer o sistema mecânico retornar a posição inicial de forma que o
processo possa se repetir. Nos relés propriamente ditos o circuito
mecânico aciona ou desliga um ou mais interruptores elétricos,
permitindo assim o controle de correntes elétricas elevadas por uma
corrente elétrica de valor bem menor, a corrente da bobina do relé.
Um mecanismo muito similar aos dos relés é encontrado nas trancas
automáticas quer de portas residenciais quer em automóveis,
encontrando-se a diferença essencialmente no dispositivo conectado ao
conversor eletromecânico. No caso da tranca o mecanismo móvel aciona a
trava da porta e não o contato elétrico característico do relé. Há casos
em que ele aciona os dois, havendo também um interruptor conectado ao
mecanismo a fim de indicar a posição atual da trava.
Nos alto-falantes há a inversão de papeis, permanecendo agora o material
magnético, no caso um ímã permanente, em repouso, enquanto a bobina é
fixada ao dispositivo móvel, no caso um diafragma de papel ou similar. O
movimento do diafragma tem por fim comprimir ou rarefazer o ar à sua
volta, sendo o alto-falante estruturado de forma a produzir som audível
segundo os padrões determinados pela corrente elétrica que se faça
circular pela bobina móvel. Em uma explicação simplificada, se a
corrente é feita circular em um sentido, o eletroímã formado pela bobina
terá polos alinhados com os polos do ímã permanente, o que leva a uma
atração entre a bobina e o ímã. A bobina e o diafragma movem-se para
dentro, sugando assim o ar à frente do alto-falante. Fazendo-se a
corrente circular em sentido contrário os polos do eletroímã se
invertem, e se no primeiro caso houve atração, agora verifica-se uma
repulsão entre a bobina e o ímã. Tanto a bobina como o diafragma
movem-se para fora, pressionando o ar à frente do alto-falante.
16abr2012
16
abr
2012
Magnetismo
Marcadores: campo magnético, magnetismo, motores elétricos | author: Anderson
Em Física e demais ciências naturais, magnetismo
é a denominação associada ao fenômeno ou conjunto de fenômenos naturais
relacionados à atração ou repulsão observada entre determinados objetos
materiais. Há de se ressaltar que a simples observação de atração ou repulsão entre
dois objetos não é suficiente para caracterizar a interação entre os
dois como de origem magnética, geralmente confundindo-se com certa
facilidade, aos olhos leigos, os fenômenos magnéticos e elétricos.
Tais fenômenos elétricos e magnéticos, apesar de hoje saber-se estarem
profundamente correlacionados, têm em princípio de naturezas certamente
diferentes.
O magnetismo pode orientar os corpos em direções definidas, geralmente
não ocorrendo o mesmo nos fenômenos elétricos. Em outras palavras, em
virtude de sua orientação, um mesmo corpo magnético pode ou ser atraído
ou ser repelido por outro. No caso elétrico ou os dois geralmente ou se
atraem ou se repelem - de forma independente da orientação espacial
destes.
Nestes termos é fácil agora caracterizar a atração entre o pente de cabelos após uso e pequenos pedaços de papel, ou mesmo entre a folha de papel e a capa de plástico de uma encadernação, como fenômenos elétricos, e a atração entre uma chave de fenda e um parafuso, ou entre o adesivo de propaganda e a geladeira, como magnéticos.
O exemplo mais difundido de fenômeno magnético certamente associa-se o funcionamento da bússola, uma agulha magnética de livre movimento orientada pelo campo magnético terrestre.
15abr2012
15
abr
2012
Regra da mão direita
Marcadores: acionamento de motores, magnetismo, motores elétricos, regra da mão direita | author: AndersonRegra da mão direita
Como exemplo de aplicação esta regra permite-nos facilmente obter o sentido da força magnética F resultante em um fio condutor de corrente elétrica I imerso em uma região onde há um campo magnético B: posicionando-se a mão direita de forma que o polegar desta aponte o longo do condutor o sentido da corrente elétrica convencional que nele circula e de forma que os demais dedos
apontem no sentido do campo magnético, a mão estará posicionada de
forma que o movimento associado a um "tapa" dado com a mesma fornece a
direção e o sentido da força magnética que atua no condutor. Conforme apresentado este recurso mnemônico é geralmente conhecido por regra do tapa.
Há também uma vesão da mesma regra envolvendo-se apenas o dedão, o
polegar e o indicador da mão direita (vide figura), contudo o resultado
final em termos de orientação é o mesmo. Orientando-se o polegar no
sentido da corrente (I) e o indicador no sentido do campo magnético (B) a
orientação sugerida pelo dedão quando posto de forma perpendicular aos
anteriores será o sentido do vetor força (F) resultante.
Posicionando-se o dedão da mão direito ao longo de um condutor de
forma a orientá-lo com a corrente convencional que circula pelo mesmo
também permite a obtenção do sentido de "giro" do campo magnético
oriundo desta corrente, bastando para tal acompanhar a orientação dos
dedos quando estas "abraçam".
10abr2012
10
abr
2012
Luminárias
Marcadores: análise de aterramento, eletrecidade estática, eletricidade., luminárias | author: AndersonLuminárias
Qual o papel da luminária numa iluminação?
Têm
papel extremamente importante em um sistema de iluminação, pois elas
contribuem diretamente para uma distribuição eficiente da luz no
ambiente e o conforto visual das pessoas. Além dos seus requisitos
básicos de manter uma boa conexão mecânica e elétrica entre as lâmpadas e
os equipamentos auxiliares, deve proporcionar a segurança necessária
para a instalação, bem como a correta emissão do fluxo luminoso da
lâmpada no ambiente sem causar ofuscamento.
Para que serve o Refletor em uma luminária?
É o
acessório interno da luminária desenvolvido para refletir o fluxo
luminoso das lâmpadas nas direções projetadas, normalmente constituído
de chapa de aço branca ou de alumínio, podendo ainda receber acabamentos
de tipos diferenciados, como, por exemplo, pinturas.
Para que servem as aletas em uma luminária?
Consideramos
aletas a “grade” posicionada em frente às lâmpadas, no sentido
perpendicular a elas. Estas, assim como os refletores, podem ser
constituídas de vários materiais e com vários tipos de acabamento
(alumínio, policarbonato ou aço). Sua função é limitar o ângulo de
ofuscamento em um ambiente, aumentando o conforto visual de seus
usuários.
Que produto devo utilizar para limpar o refletor da luminária, para não danificá-lo?
Recomenda-se
para a maioria dos casos utilizar somente flanela, água e sabão neutro,
para limpar o refletor da luminária durante a manutenção.
Por qual motivo deve-se aterrar as luminárias?
O
aterramento do corpo das luminárias é recomendado geralmente para fins
de segurança contra eventuais choques elétricos, quando de uma fuga de
energia do equipamento auxiliar (reator, ignitor, starter, fios, etc).
Nas luminárias com reatores eletromagnéticos com partida rápida, o
aterramento é necessário para que a eletricidade estática contida na
luminária não interfira na partida das lâmpadas, a falta deste
aterramento prejudica o acendimento das lâmpadas.
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03abr2012
03
abr
2012
Chave de partida estrela triângulo
Marcadores: chave estrela triângulo, Motores alimentados por inversores de frequência, motores elétricos, partida de motores | author: AndersonEstrela triângulo (automática)
É fundamental para a partida que o motor tenha a possibilidade de ligação em dupla tensão, ou seja, em 220/380, em 380/660, ou 440/760. Os motores deverão ter no mínimo seis bornes de ligação. A partida estrela triângulo poderá ser usada quando a curva de conjugado do motor é suficientemente elevada para poder garantir a aceleração da máquina com a corrente reduzida.
Na ligação estrela, a corrente fica reduzida para 25 a 33% da corrente de partida na ligação triângulo. O conjugado resistente da carga não poderá ultrapassar o conjugado de partida do motor, nem a corrente no instante da mudança para triângulo poderá ser de valor inaceitável. Existem casos onde esse sistema de partida pode não ser usado.
Vantagens:
- Custo reduzido
- Não tem limite quanto ao seu numero de manobras.
- Os componentes ocupam pouco espaço.
- A corrente fica reduzida para aproximadamente 1/3.
Desvantagens:
- A chave só pode ser aplicada a motores cujos sei cabos de saida seja acessível.
- A tensão da rede deve coincidir com a tensão em triângulo do motor.
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02abr2012
02
abr
2012
Nova NR10
Marcadores: Cogeração de energia elétrica, nr10 | author: Anderson
A constante atualização da legislação brasileira referente a prevenção de acidentes do trabalho é uma das principais ferramentas á disposição de trabalhadores e empregados para garantir ambientes de trabalho seguros e saudáveis.
A Convenção Coletiva de Segurança e Saúde no Trabalho do setor elétrico do Estado de São Paulo, aprovada após amplo debate e negociação entre representantes do governo, empresas e trabalhadores, estabeleceu diretrizes para melhoria e modernização das atividades de geração, distribuição de energia elétrica, visando prioriamente valorizar a proteção do trabalhador diretamente em contato com instalações e serviços elétricos.
O novo texto da Norma Regulamentadora NR10, instituída originalmente pela Portaria 3214/1978 do Ministério do Trabalho e Emprego, em vigor desde dezembro de 2004, reflete em grande parte as propostas emanadas do grupo responsável pela implantação da citada convenção.
A principal novidade estabelecida na convenção coletiva foi a criação de treinamento específico em aspectos de engenharia de Segurança e Saúde no Trabalho, definindo tópicos e duração mínima, cujo o teor foi reforçado no texto da NR10.
Para dar a sequência aos trabalhos previstos na Convenção, um grupo de profissionais das entidades partícipes desenvolveu um material didático de apoio completo e eficiente para atender à demanda da população eletricitária, que deverá ser atualizado e ampliado permanentemente.
A equipe responsável pelo trabalho efetuou um levantamento de documentação técnica existente nas empresas, em entidades de pesquisa e ainda em livros e publicações editados e disponibilizados à sociedade, consolidando textos para atender aos objetivos específicos da legislação, elaborando outros para preencher as lacunas existentes, sempre preservando as fontes de consulta na bibliografia.
Este trabalho foi feito pela Divisão de Treinamento e Desenvolvimento - PHT, através do programa de Educação Corporativa, com apoio das áreas técnicas e de segurança, originando a disciplina TBYN-12 - "NR10 - Básico de Segurança em Instalações e Serviços com Eletrecidade - Regularização" , composto de dois módulos: I - Segurança com Eletricidade, II - Segurança no Trabalho.
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02abr2012
02
abr
2012
Extra baixa tensão selv e pelv
Marcadores: análise de aterramento, Cogeração de energia elétrica, selv e pelv | author: Anderson
Selv ( do inglês "separated extra-low voltage"), sistema de extra baixa tensão que é eletricamente separada da terra de outros sistemas e de tal modo que a ocorrência de uma única falta não resulta em risco de choque elétrico.
Pelv (do inglês "protected extra-low voltage"), sistema de extra baixa tensão que não é eletricamente separado da terra mas que preenche, de modo equivalente, todos os requisitos se um selv.
Os circuitos selv não tem qualquer ponto aterrado nem massas aterradas. Os circuitos pelv podem ser aterrados ou ter massas aterradas.
Dependendo da tensão nominal do sistema selv ou pelv e das condições de uso, a proporção básica é proporcionada por:
- Limitação da tensão.
- Isolação básica ou uso de barreiras ou invólucros.
- Condições ambientais e construtivas em que o equipamento está inserido.
Assim as partes vivas de un sistema pelv não precisam necessáriamente ser inacessíveis, podendo dispensar isolação básica, barreira ou invólucro, no entanto para atendimento a este item deve atender as exigências mínimas da norma NBR 5410/2004.
01abr2012
01
abr
2012
Dispositivos de proteção DDR
Marcadores: Dispositivos de proteção DDR, motores elétricos, proteção para computadores | author: Anderson
DDR Disjuntor de Proteção Diferencial, esse dispositivo tem por finalidade desligar da rede de fornecimento de energia elétrica, o equipamento ou a instalação que ele protege, na ocorrência de uma corrente de fuga que exceda determinado valor, sua situação deve ser rápida, menor que 0,2 segundos e deve desligar da rede de fornecimento de energia o equipamento ou instalação elétrica que protege.
É necessário que tanto o dispositivo quanto o equipamento ou instalação elétrica estejam ligados a um sistema de terra. O dispositivo é constituído por um transformador de corrente, um disparador e um mecanismo liga/desliga. Todos os condutores necessários para levar a corrente ao equipamento, inclusive o condutor terra, passam pelo transformador de corrente. Este transformador de corrente que detecta o aparecimento da corrente de fuga. Em uma instalação sem defeitos, a somatória das correntes no primário do transformador de corrente é nula.
Em caso de uma fuga de corrente à terra, a somatória das correntes no primário do transformador de corrente passa a ser diferente de zero, induzindo desta forma, uma tensão no secundário que está alimentando o disparador e que, num tempo inferior a 0,2 segundos acionará o interruptor.
Os dispositivos fabricados normalmente tem capacidade de interromper o fornecimento de energia elétrica a equipamentos ou circuitos elétricos que operem com correntes até 160A. A sensibilidade exigida do dispositivo, para detectar correntes de fuga, dependerá das caracteristicas do circuito em que será instalado.
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Assista o vídeo de como funciona um disjuntor DDR.
01abr2012
01
abr
2012
Cuidado com o choque elétrico
Marcadores: choque elétrico, corrente elétrica, energia elétrica | author: Anderson
Choque elétrico é um estimulo rápido no corpo humano, ocasionado pela passagem da corrente elétrica. Essa corrente elétrica circula pelo corpo onde ele torna -se parte do circuito elétrico, onde há uma diferença de potencial suficiente para vencer a resistência elétrica oferecida pelo corpo.
Embora tenhamos dito que o circuito elétrico deva apresentar uma diferença de potêncial capaz de vencer a resistência elétrica oferecida pelo corpo humano, o que determina a gravidade do choque elétrico é a intensidade da corrente circulante pelo corpo.
O caminho percorrido pele corrente elétrica no corpo humano é outro fator que determina a gravidade do choque, sendo os choques elétricos de maior gravidade aqueles em que a corrente elétrica passa pelo coração.
O choque elétrico pode ocasionar contrações violentas dos músculos, a fribilação ventricular do coração, lesões térmicas, podendo levar a óbito, como efeito indireto as quedas e batidas.
A morte por asfixia ocorrerá, se a intensidade da corrente elétrica for de valor elevado, normalmente acima de 30 mA e circular por um período de tempo relativamente pequeno, normalmente por alguns minutos. Daí uma necessidade de uma ação rápida, no sentido de interromper a passagem da corrente elétrica pelo corpo. A morte de asfixia advém do fato do diafragma da respiração artificial dentro de um intervalo de tempo inferior a três minutos, ocorrerá sérias lesões cerebrais e possível morte.
A fibrilação ventricular do coração ocorrerá se houver intensidade de corrente da ordem de 15 mA que circulem por períodos de tempo superiores a um quarto de segundo. A fibrilação ventricular é a contração distrimada do coração que, não possibilitando desta forma a circulação do sangue pelo corpo, resulta na falta de oxigênio nos tecidos do corpo e no cérebro. O coração raramente se recupera por si só da fribilação ventricular. No entento, se aplicarmos um desfribilador, a fribilação pode ser interrompida e o rítmo normal do coração pode ser restabelecido. Não possuindo tal aparelho, a aplicação da massagem cardíaca, permitirá que o sangue circule pelo corpo, dando tempo para que se providencie o socorro especializado.
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