Pesquise no site

Mostrando postagens com marcador eletrecidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eletrecidade. Mostrar todas as postagens

Conversor somador para sensores

|

      A utilização de um somador para sensores é aplicado principalmente na medição de nível de cana em alimentadores tipo Chute Donnelly. Usaremos como exemplo um conversor somador XS110 da DLG.
       O XS-110 fornece em sua saída, sinal padronizado, com valor proporcional ao número de sensores ativos, conectados às suas entradas digitais. Possui até 10 entradas digitais isoladas opticamente da saída, às quais podem ser conectados sensores com saída em coletor aberto, contato seco, nível de tensão assim como SC-100 e o SC-500 e outros. Fornece tensão de alimentação para sensores, simplificando os projetos de aplicações, ao dispensar fontes externas auxiliares de alimentação contínua. Há também proteção contra curto circuito da alimentação dos sensores.
     O XS-110 deve ser instalado em locais livres de água, vapores e poeira em excesso, sendo irrelevante a sua posição de montagem. Deve-se providenciar a instalação de fusível de proteção.
     A figura ilustra seu painel de ajustes e conexões. As conexões devem ser efetuadas com condutores blindados para os sinais de entrada, utilizando tubulação metálica exclusiva, ou cabo par trançado, devendo nesse último caso, seguir as regras de utilização desse tipo de cabo.

     O diagrama da figura mostra a aplicação mais comum do XS-110 que é a medição de nível utilizando seis sensores capacitivos SC-100 ou SC-500.


Configuração para 8 Sensores NPN

     1º. Configurar o número de sensores: fechar com jumper os bornes 06 (GND) e 14 (In 8), pressionar a tecla SET por 5 segundos até o led verde piscar rapidamente, indicando que a XS-110 foi configurada com sucesso para 8 sensores;
     2º. Ajustar tempo da rampa de subida: fechar com jumper os bornes 06 (GND) e 15 (In 9), com as teclas UP e DOWN aumentar ou diminuir o tempo da rampa de subida, observando o tempo em que o led verde permanece aceso;
     3º. Ajustar tempo da rampa de decida: fechar com jumper os bornes 06 (GND) e 16 (In 10), com as teclas UP e DOWN aumentar ou diminuir o tempo da rampa de descida, observando o tempo em que o led verde permanece apagado.
 


Configuração para 10 Sensores PNP

     1º. Configurar um número de sensores menor que 9 (por exemplo 6, 7 ou 8 sensores): fechar com jumper os bornes 05 (Out 14V) e 12 (In 6), 13 (In 7) ou 14 (In 8), pressionar a tecla SET por 5 segundos até o led verde piscar rapidamente, indicando que a XS-110 foi configurada com sucesso para 6, 7 ou 8 sensores;
     2º. Ajustar o tempo da rampa de subida: fechar com jumper os bornes 05 (Out 14V) e 15 (In 9), com as teclas UP e DOWN aumentar ou diminuir o tempo da rampa de subida, observando o tempo em que o led verde permanece aceso;
     3º. Ajustar o tempo da rampa de decida: fechar com jumper os bornes 05 (Out 14V) e 16 (In 10), com as teclas UP e DOWN aumentar ou diminuir o tempo da rampa de decida, observando o tempo em que o led verde permanece apagado;
     4º. Configurar o número de sensores: fechar com jumper os bornes 05 (Out 14V) e 16 (In 10) , pressionar a tecla SET por 5 segundos até o led verde piscar rapidamente, indicando que a XS-110 foi configurada com sucesso para 10 sensores.


     OBS.: Quando a XS-110 estiver configurada para 9 ou 10 Sensores e for preciso alterar o tempo da rampa de subida/decida, é necessário configurar o equipamento novamente, conforme os passos descritos acima.     


Leia Mais…

Fonte de Alimentação Chaveada

|

      A fonte de alimentação XCSP240C DLG é uma fonte de alimentação chaveada que apresenta, como principais características, alta eficiência e confiabilidade para uso industrial. É indicada para aplicações onde as condições ambientais são mais severas e o acesso seja mais difícil.   
     Adequado para aplicações em circuitos SELV e PELV (já citados aqui neste site), alimentação de sensores, transmissores, indicadores, conversores e equipamentos eletrônicos em geral. Tensão de alimentação de 100 a 240 volts, e saída de 24 Vdc, que pode ser ajustado em 23 a 27,5 Vdc, dependente do equipamento a ser utilizado.  

Leia Mais…

Como medir a energia elétrica, tensão elétrica

|

     Usar um multímetro é algo muito importante para quem trabalha em informática, na área da eletrotécnia e eletrônica, é um aparelho que nos permite fazer medições de grandezas elétricas (tais como intensidades de corrente, tensões elétricas, resistência elétricas, capacidades, indutâncias, frequências, temperaturas, entre outras…)
      Serve de grande ajuda nas mais variadas situações sendo indispensável, e obrigatório.
     O voltímetro é um instrumento para a medida da amplitude da tensão elétrica, nos tempos remotos, o voltímetro era um instrumento único, ou seja, um voltímetro era um instrumento só para medição de tensão, nos tempos atuais, o voltímetro vem incorporado ao multímetro, a seção ACV do multímetro, é exatamente o voltímetro para medição de tensão alternada. 
     A seção DCV do multímetro também é um voltímetro, só que para medição de tensão contínua, como pode ser deduzido, não é à toa que o multímetro é a ssim chamado, porque é um equipamento multi-funções. 
     O multímetro é dotado de duas pontas de prova de acesso ao exterior através das quais é possível medir a tensão dos terminais de uma fonte de tensão constante, entre dois quaisquer pontos de um circuito elétrico, ou ainda entre um qualquer ponto e a referência.
     Vale lembrar que o chaveamente de cada instrumento de medição incorporado ao multímetro, é feito segundo a sua posição na chave seletora que fica geralmente na parte frontal do multímetro, não é preciso saber como são feitas as ligações internas, apenas é preciso lembrar que cada seção que existe no multímetro, é um instrumento diferente a ser utilizado, portanto, o modo de utilizar também é variável.
     Abaixo pode ser observado um exemplo de medição de tensão alternada, onde a tensão já foi baixada pelo transformador, o multímetro utilizado é digital e está na seção ACV e na escala máxima de 200 volts, como a tensão de entrada é de 110 volts e a tensão de saída é 9 + 9 volts, pode ser feita a medição na mesma escala.


     Note que no exemplo acima, a tensão de entrada é 110 volts, por esse motivo é que mesmo estando a chave seletora na seção correta, é preciso observar sempre com muita atenção a posição da chave seletora para que esteja numa escala compatível com o nível da tensão máxima esperada no ponto a ser medido.
     Se o nível de tensão for muito acima da escala escolhida, o multímetro pode ser danificado, se não sabe a tensão esperada, escolha escalas mais altas do multímetro e vá baixando até encontrar uma medida que satisfaça.

Leia Mais…

Manutenção elétrica

|

     Olá, seja bem vindo. O objetivo de nosso site é dispor todo conhecimento possível em manutenção elétrica, eletrônica e informática, destacando -se os tópicos básicos em manutenção  elétrica industrial, abaixo segue um conteúdo do curso de " Manutenção Elétrica Industrial " oferecido pelo departamento de engenharia elétrica UFRN


Leia Mais…

A formação de um raio

|

     A formação de um raio ocorre de forma rápida e violenta. Essa formação se dá a partir da grande diferença de potencial entre as cargas, positivas e negativas, entre nuvens e o solo ou até mesmo entre nuvens, e quando o campo elétrico de uma nuvem supera o limite de capacidade dielétrica do ar atmosférico, que normalmente varia entre 10000 volts/cm e 30000 volts/cm, dependendo das condições locais. O ar que está entre as cargas, ao  se ionizar, torna-se condutor, permitindo assim que ocorra uma forte descarga elétrica. Devido a essa forte ionização do ar que está entre as cargas elétricas em movimento é que ocorrem os chamados relâmpagos, que é a parte visual de um raio. A parte sonora ocorre em virtude do aquecimento brusco e da rápida expansão do ar, produzindo assim uma forte pressão que se manifesta através do trovão, parte sonora. Sendo assim, relâmpago e trovão são conceitos diferentes, mas que tem origem no mesmo fenômeno, o raio.
      A ionização da nuvem ocorre em razão das milhares de colisões das partículas de gelo que se encontram no seu interior, esta é uma das teorias aceitas. Outra causa, que não exclui a primeira, estaria em efeitos resultantes da diferença de condutividade elétrica do gelo em face das diferenças de temperatura no interior da nuvem. Durante as colisões, as partículas de gelo se rompem, perdendo elétrons e transformando em íons, o que torna a nuvem eletricamente carregada. 

                                                                                                                                                                       
   Fontes     Brasil Escola 

Leia Mais…

Placa de vídeo

|

     É uma outra placa de circuito, também bastante importante. Ela é a responsável por gerar as imagens que aparecem na tela do monitor. Quando é preciso gerar imagens com muitos detalhes, muito sofisticadas e em alta velocidade, é também preciso ter uma placa de vídeo sofisticada. Hoje em dia existem muitas placas de CPU que possuem embutidos os circuitos de vídeo (vídeo onboard). Esses PCs portanto dispensam o uso de uma placa de vídeo. Ocorre que na maioria das casos, o vídeo onboard é de desempenho modesto, inadequado para as aplicações que exigem imagens tridimensionais com alta qualidade e alta velocidade. 

Leia Mais…

Processadores

|

     Este componente é o principal responsável pelo desempenho de um PC. Todos os processadores usados nos PCs são descendentes do 8086, o primeiro processador de 16 bits lançado pela Intel, no final dos anos 70. Na discussão que faremos a seguir, encontraremos diversos termos técnicos relacionados com os processadores, por exemplo: 
      Barramento de dados
      Barramento de endereços
      Acesso à memória
      Acesso a entrada e saída
    Para facilitar a compreensão desses termos, apresentaremos aqui uma descrição simplificada de um processador. Esta descrição não irá reproduzir diretamente as características dos processadores usados nos PCs, mas dará ao leitor, o embasamento necessário para entendê-los.
     Um processador é um chip que contém o que chamamos de Unidade Central de Processamento (em inglês, Central Processing Unit, ou CPU). É responsável por buscar e executar instruções existentes na memória. Essas instruções são o que chamamos de “linguagem de máquina”. São comandos muito simples, como operações aritméticas e lógicas, leituras, gravações, comparações e movimentações de dados. Essas instruções simples, quando agrupadas, formam o que chamamos de programas.
     Um processador precisa realizar operações de leitura da memória. Nessas leituras o processador recebe as instruções a serem executadas e os dados a serem processados.   Também é preciso realizar gravações de dados na memória, para guardar os resultados intermediários e finais do processamento.
     Não basta ser capaz de realizar leituras e gravações na memória. Um processador também precisa ser capaz de comunicar-se com o mundo exterior. Neste mundo exterior está o usuário que opera o computador. É preciso ler dados provenientes do teclado, mouse e outros dispositivos de entrada, bem como transferir dados para o vídeo, impressora e outros dispositivos de saída. Essas operações são chamadas de “entrada e saída”, ou E/S (em inglês, Input/Output, ou I/O). Portanto, além de processar dados, um processador deve ser capaz de realizar operações de entrada e saída, bem como realizar leituras e gravações na memória.

figura1
     A figura mostra, de forma bem simplificada, alguns dos sinais digitais existentes em um processador. Temos o chamado “barramento de dados”, através do qual trafegam os dados que são transmitidos ou recebidos pelo processador. Os dados transmitidos podem ser enviados para a memória ou para um dispositivo de saída, como o vídeo. Os dados recebidos podem ser provenientes da memória, ou de um dispositivo de entrada, como o teclado.
    Cada uma das “perninhas” do processador pode operar com um bit. No processador da figura 1, temos um barramento de dados com 16 bits. Observe que as linhas desenhadas sobre o barramento de dados possuem duas setas, indicando que os bits podem trafegar em duas direções, saindo e entrando no processador. Dizemos então que o barramento de dados é bidirecional.
     O barramento de endereços serve para que o processador especifique qual é a posição de memória a ser acessada, ou qual é o dispositivo de entrada e saída a ser ativado. Na figura, temos um barramento de endereços com 24 bits, já que são usadas 24 “perninhas” do processador para a formação deste barramento. Observe ainda que o barramento de endereços é unidirecional, ou seja, os bits “saem” do processador.
     Além desses dois barramentos, a figura mostra ainda dois sinais de controle que servem para definir se a operação a ser realizada é uma leitura ou uma gravação, e se deve atuar sobre a memória ou sobre um dispositivo de E/S.
    São eles:
     
     MIO:
     Este sinal indica se a operação diz respeito à memória ou a E/S RW: Este sinal indica se a operação é uma leitura ou uma gravação. Através desses dois sinais, podem ser definidas 4 operações básicas:
      Leitura da memória 
      Escrita na memória
      Leitura de E/S (Ex: do teclado)
       Escrita em E/S (Ex: no vídeo)
figura 2

      Note que o processador representado na figura tem 20 linhas que indicam os endereços e 16 que indicam os dados. São ao todo 36 linhas. Processadores mais modernos operam com um número ainda maior de bits. Por exemplo, 32 bits de enereços e 64 bits de dados. O número de linhas é tão grande que sua representação torna-se confusa. Por isso é comum utilizar a representação da figura 2. Usamos setas maiores para representar um conjunto de bits que têm a mesma função, como o barramento de dados e o barramento de endereços.
     Os processadores possuem, além do barramento de dados e de endereços, o chamado barramento de controle, no qual existe uma miscelânea de sinais digitais com diversas finalidades. Os sinais RW e MIO exemplificados na figura são parte do barramento de controle. Outros exemplos de sinais deste barramento são os que descrevemos a seguir.


     INT:
     Este sinal é uma entrada que serve para que dispositivos externos possam interromper o processador para que seja realizada uma tarefa que não pode esperar. Por exemplo, a interface de teclado interrompe o processador para indicar que uma tecla foi pressionada.  Esta tecla precisa ser lida, e seu código deve ser armazenado na memória para processamento posterior. As interfaces de drives e do disco rígido interrompem o processador para avisar o término de uma operação de leitura ou escrita. Vários outros dispositivos também precisam gerar interrupções. Como existe apenas uma entrada INT, o processador opera em conjunto com um chip chamado controlador de interrupções. Este chip é encarregado de receber requisições de interrupção de vários dispositivos e enviá-las ao processador, de forma ordenada, através do sinal INT.
     
     NMI:
     Este é um sinal de interrupção especial para ser usado em emergências. Significa Non Maskable Interrupt, ou Interrupção não mascarável. Em outras palavras, esta interrupção deve ser atendida imediatamente. Ao contrário do sinal INT, que pode ser ignorado pelo processador durante pequenos intervalos de tempo (isto se chama mascarar a interrupção), o sinal NMI é uma interrupção não mascarável. Nos PCs, o NMI é usado para informar erros de paridade na memória e outras condições catastróficas.
 
     INTA:
     Significa Interrupt Acknowledge, ou seja, reconhecimento de interrupção. Serve para o processador indicar que aceitou uma interrupção, e que está aguardando que o dispositivo que gerou a interrupção identifique-se, para que seja realizado o atendimento adequado.
 
     VCC:
     Esta é a entrada de corrente elétrica que alimenta os circuitos internos do processador. Processadores antigos operavam a partir de uma tensão de 5 volts. A partir de meados dos anos 90, passaram a utilizar tensões mais baixas, como 3,5 volts. Todos os processadores modernos operam com duas tensões (VCC1 e VCC2). A tensão externa é sempre de 3,3 volts (já existem modelos mais recentes que operam externamente com 2,5 volts), e é usada para alimentar os circuitos que se comunicam com o exterior do processador. A tensão interna é usada para alimentar o interior (núcleo) do processador, e é sempre mais baixa. Nos processadores recentes, a tensão interna é inferior a 2 volts. Note que cada tensão de entrada não ocupa um único pino do processador, e sim, vários pinos. Como a corrente total é relativamente alta, os processadores usam vários pinos para a entrada da tensão do núcleo (Core) e para a tensão externa (I/O).

     GND:
     Significa Ground, ou Terra. Deve ser ligado ao polo negativo da fonte de alimentação. Assim como ocorre com as entradas de VCC, os processadores possuem diversos pinos de terra, para que o fornecimento de corrente seja melhor distribuído. Reset Este é um sinal que está ligado ao botão Reset do painel frontal do gabinete.
     Ao ser ativado, o processador para tudo, e atua como se tivesse acabado de ser ligado. Este sinal é também conectado a um circuito chamado Power on Reset. Sua função é gerar, no instante em que o computador é ligado, um pulso eletrônico similar ao criado pelo pressionamento deste botão.
     Aproveitando os conhecimentos de eletrônica apresentados neste site, mostramos no final deste capítulo, o funcionamento de um circuito de Reset
 
     Clock:
     Esta entrada deve receber um sinal digital que será usado internamente para sincronizar todo o funcionamento do processador. Explicando de forma simplificada, se um processador recebe um clock de 100 milhões de ciclos por segundo, ele executará 100 milhões de operações por segundo.
figura 3
     
     A figura mostra o diagrama de tempo de um sinal de clock. Seus bits se alternam de forma periódica, entre 0 e 1. Um trecho com valor 1, seguindo por um trecho com valor 0, é o que chamamos de período do clock. O período é calculado em função do valor do clock, pela seguinte fórmula:
T = 1/f
     Na fórmula, T é o período, dado em segundos, e f é a freqüência do clock, medida em Hz (hertz). Por exemplo, se tivermos um clock de 100 MHz (100.000.000 Hz), o período será de:
T = 1/100.000.000 = 0,000 000 01s
     Para evitar o uso de casas decimais, toma-se o hábito de usar a unidade ns (nano-segundo, ou bilionésimo de segundo). Para fazer a conversão basta andar com a vírgula, 9 casas decimais para a direita. Portanto temos: 0,000 000 01s = 10 ns.
     A maioria dos circuitos digitais opera a partir de uma base de tempo, um clock. São chamados de circuitos síncronos. Os processadores são circuitos síncronos, já que são comandados por sinais de clock. As transições se positivas e negativas (0 para 1 e 1 para 0) do sinal de clock indicam aos circuitos digitais que o utilizam, o momento certo de realizar suas operações.
     Processadores antigos (até o 486DX-50) utilizavam um único sinal de clock para suas operações internas e externas. A partir daí, e até os dias atuais, os processadores passaram a operar com dois clocks, sendo um interno e um externo. O clock interno é sempre mais alto, e é usado para sincronizar as operações de processamento. Quando falamos, por exemplo, sobre um “Pentium III/800”, estamos dizendo que o seu clock interno é de 800 MHz.
     O clock externo tem um valor menor, e é usado para sincronizar as operações de comunicação entre o processador, a memória, o chipset e outros circuitos externos.
     Não só o processador opera a partir de um clock. Vários outros circuitos e barramentos do computador têm suas operações sincronizadas por um clock. Por exemplo:
     Memórias PC133 operam a partir de um clock de 133 MHz
     Memórias PC100 operam a partir de um clock de 100 MHz 
     O barramento PCI opera a partir de um clock de 33 MHz
     O barramento AGP utiliza um clock de 66 MHz
     O barramento ISA utiliza um clock de 8 MHz
     Placas de som fazem digitalizações em até 44 kHz
     A princípio, quanto maior é o clock de um processador, maior é o seu desempenho. Por exemplo, um processador de 800 MHz é seguramente mais veloz que um de 200 MHz. Os fabricantes de processadores se esforçam para criar modelos capazes de operar com clocks cada vez mais elevados. Não devemos entretanto levar ao pé da letra, a relação entre desempenho e clock. Por exemplo, em certas condições, um processador de 700 MHz pode ser mais veloz que um de 900 MHz. O motivo desta discrepância é que além do clock, existem outros fatores que influenciam no desempenho, como por exemplo:
     Velocidade das memórias
     Desempenho da cache L2
     Arquitetura avançada
    Quando as memórias não são suficientemente velozes, podem demorar muito na entrega de dados e instruções para o processador, que acaba ficando parte do tempo ocioso, tendo seu desmpenho prejudicado pela lentidão da memória. Também a cache L2 tem papel fundamental. A cache L2 do processador Pentium III Coppermine, por exemplo, é mais eficiente que a do processador Pentium III Katmai. Portanto existem diferenças de desempenho, se comparamos essas duas versões do Pentium III, mesmo quando ambas operam com o mesmo clock. O tamanho da cache L2 também tem influência no desempenho. Processadores Athlon e Duron são idênticos, exceto pelo tamanho da cache L2 (256 kB para o Athlon e 64 kB para o Duron). Por isso ao compararmos os desempenhos desses dois processadores, mesmo operando com o mesmo clock, o Athlon leva vantagem. A arquitetura mais avançada também tem influência direta no desempenho. Um processador de 1200 MHz de 7a geração, por exemplo, tende a ser mais rápido que um de 1200 MHz, mas de 6a geração.
     Processadores de gerações mais avançadas são capazes de executar mais instruções ao mesmo tempo e operam com mais eficiência, tirando assim maior proveito do seu clock. É como comparar um carro com motor 2.0 produzido no ano 2000 com outro de motor 2.0 produzido em 1980. Os motores de geração mais nova têm maior rendimento, e tendem a obter maior desempenho em relação à potência do motor.
     O clock de um processador está diretamente relacionado com o número de instruções que podem ser executadas a cada segundo. O 8086 e o 8088, nas suas primeiras versões, operavam a 5 MHz. Isto não significa exatamente 5 milhões de instruções por segundo, e sim, 5 milhões de CICLOS por segundo. Algumas instruções mais simples podiam ser executadas em apenas dois ciclos. Desta forma, em um segundo seria possível executar 2.500.000 dessas instruções. Outras instruções mais complexas, como a multiplicação e a divisão, eram muito mais demoradas. Suponha por exemplo uma instrução que precise de 10 ciclos para ser executada. Operando a 5 MHz, esses processadores poderiam executar 500.000 dessas instruções por segundo.
     Com o passar do tempo e a evolução da tecnologia foi possível desenvolver processadores capazes de operar com clocks mais elevados, e o que é mais importante: executar instruções em um reduzido número de ciclos. Os processadores mais modernos são capazes de executar a maioria das instruções em apenas um ciclo. A partir do Pentium, passaram a executar instruções de forma simultânea, tornando possível, por exemplo, executar duas instruções em um único ciclo. Isto faria com que, teoricamente, operar a 200 MHz resulte em 400 milhões de instruções por segundo.

Leia Mais…

Cabo par trançado

|

     O par trançado é um meio físico muito utilizado em redes, apesar do custo adicional decorrente da utilização de hubs. O custo do cabo é mais baixo, e a instalação é mais simples. Basta ligar cada um dos computadores ao hub.
     Cada computador utiliza um cabo com conectores RJ-45 em suas extremidades. As conexões são simples porque são independentes. Para adicionar um novo computador à rede, basta fazer a sua ligação ao hub, sem a necessidade de remanejar cabos de outros computadores.

cabo par trançado conectado ao terminal RJ45
 

Leia Mais…

Modems com jumpers

|

      Os modems que não são Plug and Play são configurados através de jumpers. É preciso indicar o seu endereço de E/S (3F8=COM1, 2F8=COM2, 3E8=COM3 e 2E8=COM4). Devemos ainda escolher uma interrupção. Em geral são dadas as opções IRQ3, IRQ4, IRQ6, IRQ7 e IRQ9. Já os modems PnP não requerem o uso de jumpers. A configuração é feita automaticamente pelo Windows. Mesmo assim em muitos modelos é preciso indicar que deve ser usado o recurso PnP, e isto também é feito através de jumpers.
      Caso não queira operar em modo PnP, pode configurá-la como uma placa de legado, definindo através de jumpers a COM e a IRQ. Por exemplo, as placas Sportster da U.S. Robotics possuem dois grupos de jumpers para a definição da COM e da IRQ . Se quisermos fazer uma placa de modem Sportster operar em modo de legado, basta programar a COM e da IRQ através de jumpers.

      No caso de instalação de placas de legado, ou de placas PnP em modo de legado, é preciso, antes de mais nada, encontrar um endereço de E/S e uma IRQ livres. Esta determinação pode ser feita com o Gerenciador de Dispositivos. Também no caso de placas PnP, é preciso fazer uma consulta ao Gerenciador de Dispositivos, pois a instalação pode ser impossibilitada caso não seja possível encontrar uma IRQ livre.

Leia Mais…

Bobina

|

     A bobina é um componente elétrico construído por um fio enrolado em
várias voltas. Seu valor é a indutância, e a unidade de medida é o henry (H).
Esta unidade é muito elevada para medir as bobinas da vida real, portanto
são mais utilizados o milihenry (mH) e o microhenry (H).


     A bobina é atravessada facilmente pela corrente contínua. Corrente
alternada de baixa freqüênica também tem facilidade para atravessar uma
bobina, mas quanto maior é a freqüência, maior é a dificuldade. Esta
característica é inversa à do capacitor. Por isso, associações de capacitores e
bobinas são usados para formar filtros de vários tipos, como por exemplo, os
sintonizadores. Quando giramos o botão sintonizador de estações de um
rádio (DIAL), estamos na verdade atuando sobre um capacitor variável,
associado a uma bobina, selecionado a freqüência desejada. 

Leia Mais…

Eletricidade: Tomada para o computador

|

     Computadores podem funcionar com tomadas residenciais. Entretanto podem funcionar melhor ainda e ficarem protegidos de possíveis problemas elétricos se for utilizada uma instalação apropriada para computadores. A instalação é baseada no uso da "tomada de 3 pinos", também conhecida como "tomada 2P+T". Possui três terminais: FASE, NEUTRO e TERRA.


     Deve ser lembrado que o computador foi projetado para operar com a tomada 2P+T, e não com a comum. A maioria das empresas fabricantes de equipamentos para computadores proíbe a instalação de seus produtos até que a tomada 2P+T esteja disponível no local. Muitas outras anulam a garantia do equipamento em caso de uso da instalação elétrica incorreta. Esta tomada pode ser adquirida em lojas especializadas em material para instalações elétricas. Muitas vezes o usuário, na ansiedade de ver o computador funcionando, não toma o cuidado devido com a instalação elétrica e usa adaptadores ou retira o pino de terra da tomada do computador e utiliza uma tomada comum (própria para eletrodomésticos).

Como não deve ser feita uma ligação de um computador na rede elétrica

     Apesar de funcionarem, as instalações podem causar a médio ou longo prazo vários problemas ao computador:
     a) O computador pode "dar choque" no usuário.
     b) Pode ocorrer um curto circuito quando o computador for conectado a outro equipamento como um monitor, uma impressora ou à linha telefônica através de modem.
     c) Em caso de defeito na fonte de alimentação, as placas podem ficar definitivamente danificadas apesar da existência do fusível -->

Leia Mais…

Eletricidade :o uso do neutro como terra

|

       A utilização do fio neutro como terra é condenada pelos eletricistas mais rigorosos. Apesar disso ela cumpre o papel básico do aterramento: mantém a carcaça em um pontencial baixo, de apenas alguns poucos volts. É correto porém que este tipo de ligação tem problemas que a deixam longe do ideal:
       a) A tensão do neutro pode ser elevada, caso exista queda de tensão muito grande ao longo da fiação. 
No nosso exemplo medimos 2,8 volts, mas em instalações ruins, esta tensão pode ser maior.
        b) Quando existem interferências na rede elétrica, que são sobrepostas ao fase e ao neutro, essas interferências são automaticamente transmitidas para o terra, portanto termos um terra “contaminado” por interferênicas.
        c) Se um eletricista distraído inverter as posições do fase e do neutro, teremos o fase ligado ao terra.
        d) Este tipo de conexão não é recomendável quando precisamos conectar equipamentos em rede, em salas diferentes, pois a diferença entre as tensões dos neutros resultará em diferença entre os terras.
        e) A eficiência dos filtros de linha será reduzida.
        Você poderá utilizar a ligação do neutro ao terra, desde que esteja a par desses problemas. Se for o caso, meça a tensão do neutro e não o use como terra se sua tensão for superior a 5 volts. Em caso de travamentos, podem estar sendo causados por interferências na rede e transmitidas ao terra. Preste atenção ao trabalho de eltricistas, verifique se os fios não são invertidos. Use somente quando todos os equipamentos estiverem ligados na mesma fiação.
        Se você tiver condições, dê preferência ao uso dos outros dois métodos de aterramento descritos aqui: usar um vergalhão / cano de metal ou puxar um fio de terra desde o quadro de disjuntores até os equipamentos.

Leia Mais…

O raio sai da nuvem ou da terra?

|

     Raio é uma descarga elétrica que se produz pelo contato entre nuvens de chuva ou entre uma destas nuvens e o solo (terra). A descarga é bem visível a olho nu principalmente a noite, com tragetórias sinuosas e de ramificações irregulares as vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada de trovão. Ai fica uma pergunta:
     O raio sai da nuvem ou da terra? Sobe ou desce?
     Pesquisas indicam que 70% da tragetória dos raios são da terra para a nuvem e 30% são de nuvem para nuvem e de nuvem para terra.
     A maioria dos raios começa e acaba dentro das nuvens. São poucos os raios que vem para o chão. Logo que o raio sai da nuvem e segue em direção ao solo não pode ser visto. Quando essa faísca tortuosa chega a 50 metros do chão, sai da terra uma outra faisca em direção a nuvem (descarga conectante) que ainda não pode ser vista. Só quando as duas correntes se encontram é que tudo se ilumina. O que vemos então é a descarga de retorno. Os raios que enchergamos portanto saem da terra para o céu, por ilusão de óptica, achamos que o clarão do relampago vem do céu para a terra.



-->



-->

Leia Mais…

Eletricidade estática

|

     Quando estamos com o corpo carregado de cargas elétricas e tocamos uma peça metálica, uma parte da nossa carga é transferida para esta peça. Durante essa transferência surge uma pequena corrente elétrica. Se o corpo metálico a ser tocado for um pino de um chip, o mesmo será submetido a uma corrente instantânea acima da qual foi projetado para funcionar. Muitos chips podem ser danificados com essa descarga, principalmente as memórias, processadores e chips VLSI. Devemos então evitar tocar nesses componentes e também evitar que nosso corpo acumule cargas elétricas excessivas. O corpo humano acumula cargas elétricas nas seguintes situações:
     a) Em ambientes muito secos. Locais como Brasília, onde a umidade relativa do ar é muito baixa dificultam a dissipação das cargas elétricas existentes nos objetos. Uma sala com ar condicionado também tem o mesmo problema.
     b) Em salas com piso de material plástico, carpete ou piso suspenso. O chão, quando feito de um material de melhor condutividade, como cerâmica ou mármore, facilita a dissipação de cargas elétricas. Por essa razão, um bom laboratório de eletrônica deve possuir piso de cerâmica, mármore, granito ou algum material similar. Existem ainda tintas e revestimentos anti-estáticos para essas aplicações.
     c) Quando o técnico senta em uma cadeira forrada de plástico, recebe parte da carga elétrica acumulada na cadeira.
     Para manusear placas e chips deve-se, antes de mais nada, realizar a descarga eletrostática. Pode ser feita de forma muito simples. Basta tocar com as duas mãos, as partes metálicas do gabinete do computador. Esta descarga pode ser feita também pelo toque em uma janela de alumínio, não pintada.
     Uma outra forma segura de trabalhar com material eletrônico é usar a pulseira anti-estática. Desta forma o técnico fica permanentemente aterrado e seu corpo não acumula nenhuma carga estática. A outra ponta do fio pode ser presa à chapa metálica do gabinete do PC.

     Veja também:
     
      Lei do Ohm
      Energia elétrica
      Manutenção preventiva
      Que software você esta usando?

Leia Mais…

Lei de Ohm

|

     Muitos cientistas tem se dedicado ao estudo da eletrecidade. George Simon Ohm, por exemplo, estudou a corrente elétrica e definiu uma relação entre corrente, tensão e resistência elétricas em um circuito. Foi apartir dessas descobertas que se formulou a Lei de Ohm.
     Embora os conhecimentos sobre eletrecidade tenham sido ampliados, a lei de Ohm continua sendo uma lei básica da eletrecidade e eletrônica, por isso conhecê-la é fundamental para o estudo e compreensão dos circuitos eletroeletrônicos.
     A lei de Ohm estabelece uma relação entre as grandezas elétricas: tensão ( V ), corrente ( I ), resistência ( R ) em um circuito. Verifica-se a Lei de Ohm a partir de medições de tensão, corrente e resistências realizadas em circuitos elétricos simples, compostos por uma fonte geradora e um resistor. Ex:
      Montando-se um circuito elétrico com uma fonte geradora de 9V e um resistor de 100 Ohms notamos que no multímetro, ajustando a escala de miliamperímetro, a corrente circulante é de 90 mA.


     Formulando a questão temos:
     V = 9V
     R = 100 Ohms
     I = 90 mA
     Agora vamos substituir o resistor de 100 Ohms por outro de 200 Ohms. Nesse caso, a resistência do circuito torna -se maior. O circuito impõe uma posição mais intensa à passagem da corrente e faz com que a corrente circulante seja menor.

     Formulando a questão temos:
     V = 9V
      R = 200 Ohms
      I = 45 mA
     A medida que aumenta o valor do resistor, aumenta também a oposição a passagem da corrente que decresce na mesma proporção.

      Formulando a questão temos:
      V = 9
      R = 400 Ohms
     I = 22,5 mA
    Comcluimos que: A tensão aplicada no circuito é sempre a mesma. As variações da corrente são provocadas pela mudança de resistência do circuito. Ou seja, quando a resistência do circuito aumenta, a corrente do circuito diminui. Dividindo-se o valor de tensão aplicada pela resistência do circuito, obtém-se o valor da intensidade de corrente.
     Apartir dessas observações, comclui-se que o valor de corrente que circula em um circuito pode ser encontrado dividindo-se o valor da tensão aplicada pela resistência. Transformando essa afirmação em equação matamática, tem-se a lei de Ohm:

                                                  V
                                         I =    ----
                                                   R



     Com base nessa equação, enuncia-se a Lei de Ohm:

           " A intensidade da corrente elétrica em um circuito é diretamente proporcional a tensão aplicada e inversamente proporcional à sua resistência."  

          Não deixe de comentar!     

Leia Mais…

Energia elétrica - introdução

|

     A energia elétrica que alimenta as indústrias, comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas, onde a passagem de água por turbina geradoras transformam a energia mecânica, originada pela queda dágua em energia elétrica. No Brasil a geração de energia elétrica é 80% produzida a partir de hidrelétricas, 11% por termoelétricas e o restante por outros processos. A partir da usina a energia é transformada, em subestações elétricas e elevadas a níveis de tensão (68/ 88/ 138/ 240/ 440/ KV) e transportada em correnta alternada 60hz, atravéz de cabos elétricos, até as subestações rebaixadoras, delemitando a fase de transmissão.
     Já nessa fase de distribuição (11,9/ 13,8/ 23 KV), nas proximidades dos centros de consumo, a energia elétrica é tratada nas subestações , com seu nível de tensão rebaixado e sua qualidade controlada, sendo transportada por redes elétricas aéraes ou subterrâneas, constituidas por estruturas (poste, torres, dutos subterrâneos e seus acessórios), cabos elétricos e transformadores para novos rebaixamentos (110, 220, 380, 440 V), e finalmente entregue aos clientes industriais, comerciais, de serviços e residências em níveis de tensão variáveis, de acordo com a capacidade instalada de consumo de cada cliente.
     Quando falamos em setor elétrico, referimo-nos normalmente ao Sistema Elétrico de Potência (SEP), definido como o conjunto de todas as instalções e equipamentos destinados a geração  transmição e distribuição de energia elétrica.
     Com o objetivo de uniformizar o entendimento é importante informar que o SEP trabalham com vários níveis de tensão, classificados em alta e baixa tensão e normalmente com corrente alternada (60 Hz).
     Conforme definição dada pela ABNT através das NBR, considera-se " baixa tensão" a tensão superior a 50 volts em corrente alternada e 120 volts em corrente contínua e igual ou inferior a 1000 volts em corrente alternada e 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra, da mesma forma considera-se "alta tensão"  a tensão superior a 1000 volts em corrente alternada e 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.

Leia Mais…

O que é eletricidade?

|


     Eletricidade pode ser entendida como sendo o fenômeno resultante da interação das partículas que formam a matéria, em especial os elétrons. Para entender melhor o conceito de eletricidade elaborei um pequeno resumo neste post:

     Átomo: elétrons prótons e neutrons:
     
     A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos e estes são formados por partículas elementares, sendo as principais os prótons, os elétrons e os nêutrons. Os prótons e nêutrons são formados por quarks. Entender esta estrutura é o primeiro passo para entender a eletricidade.

      Eletrização, condutores e isolantes.   

    Chamamos de condutores os corpos onde as partículas portadoras de carga elétrica conseguem se mover sem dificuldade, os corpos onde isso não acontece chamamos de isolantes.
      A eletrização é um fenômeno importante na eletricidade. Quando um corpo ganha elétrons dizemos que ele foi eletrizado negativamente, pois o número de elétrons no corpo é maior que o número de prótons no mesmo. E quando um corpo perde elétrons o número de prótons no corpo é maior que o de elétrons, então, dizemos que o corpo está positivamente eletrizado.

      Eletrização por atrito
      
Na eletrização por atrito os corpos atritados ficam com cargas elétricas opostas, como por exemplo, o pedaço de flanela com cargas positivas e o bastão de vidro com cargas negativas.

      Eletrização por contato

      Na eletrização por contato os corpos ficam com a mesma distribuição superficial de cargas elétricas. Isto significa que se os corpos forem idênticos, eles terão a mesma carga elétrica.

      Eletrização por indução

      Dois corpos, A e B, sendo A positivamente eletrizado e B um corpo eletricamente neutro, são colocados próximos um do outro sem haver contato.
        As cargas positivas de A atraem as cargas negativas de B. Se aterrarmos o corpo B, as cargas elétricas negativas da terra vão se deslocar para o corpo B. Retirando o condutor que aterra o corpo B e só depois afastar o corpo A. Observamos então que o corpo B ficou negativamente eletrizado.

Leia Mais…
Como corrigir o fator de potência.

Antes de realizar qualquer investimento para Correção de Fator de Potência é necessário a identificação da causa de sua origem ...

... Saiba Mais
Ligação de um motor elétrico com 6 pontas

Na maioria dos casos os motores possuem 6 pontas de cabos em sua caixa de ligação.

...Saiba mais
Acionamento de motores elétricos

Contator é um dispositivo eletro magnético que liga e desliga o circuito de diferentes tipos de acionamento como o de uma luz por exemplo ou como de um sistema de uma bomba d'água de uma indústria...

... Saiba mais
 

©Bissoli 2013 Eletricidade | Template Blue by TNB