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29
abr
2011

Cuidados com seu computador

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     Aqui vão mais alguns cuidados que o usuário deve ter para que não ocorram
problemas relacionados à rede elétrica:
     a) Ligação de todo o sistema através do estabilizador 
     Alguns usuários têm o hábito de deixar o computador, o monitor e a impressora permanentemente ligados e atuam somente

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29
abr
2011

Nobreak Line Interactive

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     Este é o tipo de no-break mais usado no mercado. Tem potência e autonomia suficiente para um pequeno número de computadores. A tensão de saída é fornecida diretamente a partir da tensão da rede, enquanto a bateria é carregada (note a linha contínua na figura, indicando o caminho principal da energia). Quando ocorre falha na rede, a chave




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27
abr
2011

Problemas na rede elétrica

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     A rede elétrica fornece uma tensão alternada de 127 ou 220 volts. Essa tensão é representada por uma senóide. A freqüência da senóide é 60 Hz. Diversas imperfeições podem ocorrer com essa senóide, por diversos motivos. Muitas dessas imperfeições podem danificar fisicamente o computador ou causar perda de dados. É importante entender esses problemas na rede elétrica, que danos podem causar ao computador e como podem ser resolvidos.





    

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27
abr
2011

Nobreak standby

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     Podemos encontrar vários tipos de no-break, no que diz respeito ao modo de funcionamento. O tipo mais simples é o stanby, também conhecido como short-break. Veja o diagrama de um no-break standby. Note que sempre devemos indicar nos diagramas de no-breaks, qual é o


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21
abr
2011

Bateria fonte de alimentação

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     Nenhum circuito elétrico ou eletrônico pode funcionar sem um gerador de corrente elétrica. Os geradores nada mais são que baterias, pilhas ou fontes de alimentação. Possuem dois terminais, sendo


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19
abr
2011

Nobreak

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     O No-break é um estabilizador acoplado a uma bateria. Dependendo do tipo de no-break, a bateria pode funcionar continuamente ou pode entrar em ação apenas quando existe uma interrupção no fornecimento de energia elétrica. Essa bateria fornece tensão que é amplificada e transformada em 110 ou 220 volts para que o computador possa continuar funcionando, pelo menos o tempo necessário para salvar o trabalho que estava sendo feito. Existem diversos tipos de no-breaks que podem fornecer energia por

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19
abr
2011

Estabilizador de voltagem

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     Para maior proteção do computador contra interferências elétricas, surtos de tensão na rede, transientes e ruídos elétricos diversos é aconselhável o uso do estabilizador de voltagem. O estabilizador consiste em um transformador controlado eletronicamente, acoplado a um filtro de linha. Mantém a tensão estável e livre da maior parte dos problemas de ordem elétrica que possam ocorrer. Normalmente utiliza-se um estabilizador de 1000 V.A. (1 kVA). Esse estabilizador tem potência suficiente para alimentar o computador, impressora (matricial ou a jato de tinta) e monitor.

     As vantagens do uso de estabilizador são as seguintes: 
  1.  Proteção contra sobretensão na rede.
  2.  Mantém o funcionamento normal mesmo com tensão instável.
  3.  Proteção contra interferências que normalmente travariam computador 
  4.  Evita problemas no disco rígido causados pela rede elétrica.

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18
abr
2011

Filtro de linha

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     Encontramos com facilidade no comércio, extensões de tomadas para PCs conhecidas popularmente como “fitros de linha”.
     Ao comprar um desses dispositivos, o usuário normalmente pensa que seu PC estará protegido contra problemas na rede elétrica. Está enganado. A proteção oferecida por esses aparelhos é pouca ou nenhuma.
     O objetivo de um filtro de linha é proteger os equipamentos de certos problemas na rede elétrica. Os surtos de tensão são os mais perigosos, e podem causar danos ao computador e seus periféricos. São elevações bruscas de tensão, com curtíssima duração. Esses surtos podem ser eliminados por um componente chamado Meta-Oxide-Varistor (MOV). Trata-se de um dispositivo semicondutor que contém um grande número de junções PN, cada uma delas sendo capaz de absorver uma tensão de 0,7 volts. Quando são ligadas em série, essas junções tomam para si o excesso de voltagem que deveria ser entregue à carga, protegendo-a. Esses componentes são encontrados em vários dispositivos, como filtros, estabilizadores e fontes de alimentação.



     Existem ainda inerferências de alta freqüência induzidas na rede elétrica que podem causar mal funcionamento nos computadores. Essas interferências têm tensões moderadas, portanto não podem ser eliminadas pelos varistores.
     É necessário utilizar filtros, formados por capacitores e bobinas. Existem filtros de linha que possuem apenas varistores, não sendo portanto capazes de filtrar interferências. Existem modelos que possuem apenas capacitores e bobinas, sendo portanto capazes de eliminar as interferências mas inúteis contra surtos de tensão. Existem modelos que possuem ambos os tipos de proteção. Um exemplo de filtro que tem ambos os tipos de proteção são os da série Multifiltro, fabricados pela TS Shara.
      Existem ainda modelos que possuem proteção para a linha telefônica, contendo dois conectores RJ-11, sendo um para ligar na linha telefônica e outro para ligar no modem ou aparelho de fax. Este recurso é altamente recomendável.
      Devido à ineficiência de muitos filtros existentes no Brasil, sobretudo os mais baratos, devemos considerá-los como simples extensões de tomadas. Para ter melhores níveis de proteção devemos utilizar estabilizadores de voltagem, e preferencialmente, no-breaks.

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09
abr
2011

Eletricidade: Tomada para o computador

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     Computadores podem funcionar com tomadas residenciais. Entretanto podem funcionar melhor ainda e ficarem protegidos de possíveis problemas elétricos se for utilizada uma instalação apropriada para computadores. A instalação é baseada no uso da "tomada de 3 pinos", também conhecida como "tomada 2P+T". Possui três terminais: FASE, NEUTRO e TERRA.


     Deve ser lembrado que o computador foi projetado para operar com a tomada 2P+T, e não com a comum. A maioria das empresas fabricantes de equipamentos para computadores proíbe a instalação de seus produtos até que a tomada 2P+T esteja disponível no local. Muitas outras anulam a garantia do equipamento em caso de uso da instalação elétrica incorreta. Esta tomada pode ser adquirida em lojas especializadas em material para instalações elétricas. Muitas vezes o usuário, na ansiedade de ver o computador funcionando, não toma o cuidado devido com a instalação elétrica e usa adaptadores ou retira o pino de terra da tomada do computador e utiliza uma tomada comum (própria para eletrodomésticos).

Como não deve ser feita uma ligação de um computador na rede elétrica

     Apesar de funcionarem, as instalações podem causar a médio ou longo prazo vários problemas ao computador:
     a) O computador pode "dar choque" no usuário.
     b) Pode ocorrer um curto circuito quando o computador for conectado a outro equipamento como um monitor, uma impressora ou à linha telefônica através de modem.
     c) Em caso de defeito na fonte de alimentação, as placas podem ficar definitivamente danificadas apesar da existência do fusível -->

01
abr
2011

Eletricidade: Análise de aterramento

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        Vejamos agora os efeitos do consumo de corrente sobre as tensões da rede, tensão do neutro e aterramento. A figura mostra duas situações.

Clique na imagem para ampliar
      
       Em (A), os computadores e equipamentos estão todos desligados, e em (B) estão todos ligados. Usamos exemplos reais da instalação de um pequeno CPD em uma sala, com 5 computadores, 5 monitores duas impressoras a jato de tinta e uma impressora a laser.
       O ponto indicado como (1) é o quadro de disjuntores. Neste ponto existe um aterramento, porém a tensão entre o fase e o neutro não é exatamente 127 volts. O valor medido foi 122,4 volts, causado por queda de tensão na fiação que vai do poste até o quadro de disjuntores. O ponto (2) é a primeira tomada da sala onde estão os computadores. Levamos em conta a tomada que tem um caminho mais curto em metragem de fios até o quadro de disjuntores. O ponto 3 é a tomada onde está efetivamente ligado o computador. Em um caso particular esta tomada pode ser a mesma do ponto (2), mas estamos levando em conta o caso geral, no qual podemos ligar os equipamentos em uma tomada mais distante, ou depois de extensões.
       Na situação A os equipamentos estão desligados. Sendo assim não existe corrente elétrica entre os pontos 2 e 3. As mesmas tensões medidas em (2) são também medidas em (3). Note ainda que a tensão entre fase e neutro no ponto (2) é de 121,2 volts, e não 122,4 volts. Esta diferença de 1,2 volts existe devido à queda de tensão na fiação entre os pontos 1 e 2. Esta queda existe porque ao longo deste trecho existem outros dispositivos consumindo corrente, como lâmpadas, geladeira, cafeteira ou qualquer outro tipo de carga. 

      Esta queda de tensão é distribuída em duas partes iguais, uma no fio fase e outra no neutro (isto ocorre desde que ambos os fios usem a mesma bitola, o que é normal). Sendo assim existe uma queda de tensão de 0,6 volts no neutro e no fase. Se tivéssemos um terra perfeito no ponto (3), obtido por exemplo por uma ligação com um vergalhão ou cano de ferro, mediríamos uma tensão de 0,6 volts no neutro. O neutro teoricamente deveria ter uma tensão de 0 volts, mas devido à queda de tensão ao longo da fiação, acaba apresentando alguma voltagem, apesar de pequena.
       Na situação (B), todos os equipamentos foram ligados, resultando em uma carga total de cerca de 2000 watts. A corrente na fiação é agora maior, e existe maior queda de tensão. O trecho 2-3 no nosso exemplo é formado por 20 metros de fio bitola 16, ao longo dos quais existem as tomadas ligadas aos equipamentos. As medidas de tensão foram feitas no computador ligado à última tomada, no qual a queda de tensão é maior. Note que devido à maior corrente, a tensão entre o fase e neutro na primeira tomada caiu para 118,2 volts, e na última tomada, para 116,8 volts. Essas reduções ocorrem devido às quedas de tensão ao longo da fiação, que agora são de 2,1 volts no trecho 1-2 e 0,7 volts no trecho 2-3. Observe que a queda em 2-3 foi bem menor que em 1-2, devido ao uso do fio 16, bem adequado para a carga utilizada. A fiação antiga, no trecho 1-2 é a responsável pela maior queda. Observe agora a tensão no neutro do último computador. É igual à soma das quedas de tensão ao longo do fio neutro nos trechos 1-2 e 2-3, ou seja, 2,8 volts. Com mais 2,8 volts de queda ao longo do fase, são ao todo 5,6 volts de queda. A tensão entre fase e neutro que sobra para o último computdor é de apenas 116,8 volts, mas ainda é suficiente para manter o computdor funcionando. 

       Esta análise de um caso real exemplifica dois fatos importantes em uma instalação elétrica:
       1) As quedas de tensão ao longo da fiação resultam em uma tensão menor entre fase e neutro no aparelho ligado à rede.
       2) O potencial do fio neutro, que teoricamente é zero, apresenta na prática um valor maior, devido às quedas de tensão ao longo da fiação.

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01
abr
2011

Eletricidade :o uso do neutro como terra

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       A utilização do fio neutro como terra é condenada pelos eletricistas mais rigorosos. Apesar disso ela cumpre o papel básico do aterramento: mantém a carcaça em um pontencial baixo, de apenas alguns poucos volts. É correto porém que este tipo de ligação tem problemas que a deixam longe do ideal:
       a) A tensão do neutro pode ser elevada, caso exista queda de tensão muito grande ao longo da fiação. 
No nosso exemplo medimos 2,8 volts, mas em instalações ruins, esta tensão pode ser maior.
        b) Quando existem interferências na rede elétrica, que são sobrepostas ao fase e ao neutro, essas interferências são automaticamente transmitidas para o terra, portanto termos um terra “contaminado” por interferênicas.
        c) Se um eletricista distraído inverter as posições do fase e do neutro, teremos o fase ligado ao terra.
        d) Este tipo de conexão não é recomendável quando precisamos conectar equipamentos em rede, em salas diferentes, pois a diferença entre as tensões dos neutros resultará em diferença entre os terras.
        e) A eficiência dos filtros de linha será reduzida.
        Você poderá utilizar a ligação do neutro ao terra, desde que esteja a par desses problemas. Se for o caso, meça a tensão do neutro e não o use como terra se sua tensão for superior a 5 volts. Em caso de travamentos, podem estar sendo causados por interferências na rede e transmitidas ao terra. Preste atenção ao trabalho de eltricistas, verifique se os fios não são invertidos. Use somente quando todos os equipamentos estiverem ligados na mesma fiação.
        Se você tiver condições, dê preferência ao uso dos outros dois métodos de aterramento descritos aqui: usar um vergalhão / cano de metal ou puxar um fio de terra desde o quadro de disjuntores até os equipamentos.

01
abr
2011

Como medir a tensão do neutro

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 Muitas pessoas confundem o neutro com o aterramento, na verdade o neutro nada mais é do que uma fase neutra que está ligada no zero do transformador. A tensão do neutro é normalmente inferior a 5 volts, exceto em instalações elétricas muito ruins. Podemos medir essa tensão da seguinte forma:
           Medição direta: Encontre um ponto de referência que pode ser usado como terra. Pode ser a carcaça metálica interna da tomada (em construções antigas era usados eletrodutos e caixas de metal, atualmente são de plástico), ou um cano de cobre da tubulação de água, ou um vergalhão. Se não for possível encontrar tal ponto de referência, será preciso ligar um fio no neutro do quadro de disjuntores e levar a outra extremidade até a tomada na qual o neutro vai ser medido. Seja qual for à referência, use agora um multímetro em escala AC para medir a tensão entre este terra e o neutro. Esta medição deve ser feita com todos os equipamentos ligados, pois é nessa situação quando ocorre maior variação de tensão no neutro.
            Medição indireta – Este método pode apresentar um pequeno erro, mas é de utilização bem mais simples. Meça a tensão entre fase e neutro no quadro de disjuntores. Também com todos os equipamentos ligados, meça a tensão entre a fase e o neutro na última tomada da cadeia. Subtraia esses valores e divida o resultado por 2. No exemplo, as tensões medidas foram de 122,4 volts no quadro de disjuntores e 116,8V na última tomada. A diferença é 5,6 volts, que divididos por dois resultam-nos 2,8 volts, exatamente o potencial do neutro obtido por medição direta.

Como corrigir o fator de potência.

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Ligação de um motor elétrico com 6 pontas

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