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Trocar e testar componentes

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     Esta é uma das técnicas de manutenção mais simples, e que podem ajudar a resolver rapidamente grande parte dos problemas. Pode ser usado em laboratórios, onde existem peças sobressalentes para testes, ou então em locais onde existem vários computadores. Quando alguma coisa está errada, podemos suspeitar de determinadas peças do computador. Por exemplo se um drive de CD-ROM apresenta erros, o problema pode estar no próprio drive de CD-ROM, ou no cabo flat, ou na interface IDE na qual o drive está ligado. Muitos esquecem, mas a fonte de alimentação também pode ser a causadora de vários problemas, caso não esteja fornecendo as tensões corretas.
    Neste exemplo do drive de CD-ROM, o método do troca-troca consiste em instalar o drive de CD-ROM problemático no lugar de outro drive de CDROM que estiver funcionando. Se o drive de CD-ROM problemático continuar apresentando o mesmo problema, significa que ele é o culpado.
     Da mesma forma, se este drive funcionar bem no outro computador, então o drive está bom, e o defeito está em outro componente. Usar o troca-troca é fácil, desde que o usuário ou técnico conheça bem o hardware do PC. Por exemplo, precisa saber que um drive de CD-ROM precisa ser configurado como Master ou Slave. Ao instalar o drive no outro computador, é preciso programar corretamente este jumper. Sem cuidados como este, o drive de CD-ROM em bom estado apresentaria problemas no outro PC, não por defeito, mas por erro de configuração.
     O troca-troca também pode ser feito de forma inversa. Ao invés de colocar um componente suspeito em outro computador, retiramos o componente suspeito e instalamos no seu lugar um componente confiável. No nosso exemplo do drive de CD-ROM problemático, deveríamos retirá-lo e instalar no seu lugar, um outro em boas condições. Se este drive funcionar, fica caracterizado que o problema está no drive de CD-ROM suspeito. Se não funcionar, poderemos supor que o drive de CD-ROM problemático está bom, e que o defeito está em outro componente. Este método é igualmente válido, mas temos que tomar um cuidado extra.    
     O que acontecerá se existirem na verdade dois componentes estragados? 
     Digamos que a fonte de alimentação esteja defeituosa e tenha causado a queima do drive de CDROM.
     Esta fonte queimará também o novo drive. Como este novo drive não funcionará, já que será queimado, ficaremos pensando que o drive original está bom, o que pode não ser verdade. Por isso, o melhor método é colocar seletivamente os componentes suspeitos em um PC em boas condições.
     É preciso ter muito cuidado no caso particular da fonte. Quando uma fonte está fornecendo tensões acima dos valores corretos, todos os componentes do PC serão danificados.     Portanto, antes de colocar uma peça boa em um PC problemático, é preciso ter certeza absoluta de que a fonte de alimentação está boa. Faça a medida dessas tensões utilizando um multímetro.
     Nunca faça um teste de troca-troca com uma fonte de alimentação, retirando a fonte de um computador suspeito e instalando-a em um PC bom. Se a fonte estiver ruim poderá danificar todos os componentes do PC bom. 

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Bateria fonte de alimentação

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     Nenhum circuito elétrico ou eletrônico pode funcionar sem um gerador de corrente elétrica. Os geradores nada mais são que baterias, pilhas ou fontes de alimentação. Possuem dois terminais, sendo um positivo e um negativo. O terminal positivo é aquele por onde “sai” a corrente, e o negativo é aquele por onde “entra” a corrente
      Um circuito de uma lanterna, no qual temos uma lâmpada alimentada por uma bateria. A corrente elétrica sai do terminal positivo da bateria e trafega através do fio. Chegando à lâmpada, a energia elétrica é transformada em energia luminosa e calor. Depois de atravessar a lâmpada, a corrente retorna à bateria através do seu terminal negativo. Uma bateria é na verdade um dispositivo que empurra a corrente elétrica através dos fios ligados aos seus terminais.
     Toda bateria tem uma voltagem especificada. As pilhas, por exemplo, têm 1,5 volts. Também são bastante populares as baterias de 9 volts. Hoje em dia encontramos vários tipos de bateria com diversas voltagens, inclusive recarregáveis. É o caso das baterias de telefones celulares.
     Em operação normal, uma bateria deve ter circuitos ligados aos seus terminais. A corrente elétrica faz com que esses circuitos funcionem. Por exemplo, se o circuito consistir em uma simples lâmpada, o funcionamento é caracterizado pelo acendimento desta lâmpada. É o que chamamos de circuito fechado.      Uma bateria pode também estar desligada. Neste caso, existe tensão entre seus terminais, porém não existe corrente. A bateria não está portanto fornecendo energia elétrica ao circuito. É o que ocorre quando temos uma bateria isolada, fora do circuito, ou então quando o interruptor (ou chave) está desligado. Chamamos esta situação de circuito aberto.
     Uma situação anormal é o chamado curto-circuito. Temos um fio ligando diretamente os dois terminais da bateria. A corrente atravessa o fio, porém como não existe circuito para alimentar, esta corrente tem enorme facilidade para trafegar. Isto faz a corrente atingir um valor altíssimo, e gerando muito aquecimento. O fio pode até mesmo derreter e pegar fogo, a bateria pode esquentar até ser danificada. Para proteger equipamentos de curto-circuitos acidentais, usamos fusíveis. Se você ligar os dois terminais de uma pilha através de um fio, o curto circuito não será muito perigoso, mas se ligar os dois terminais de uma tomada elétrica, pode até provocar um incêndio.


 

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Como funcionam os vírus de computador

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             Para saber resolver um problema de computador contaminado por um vírus precisamos primeiramente entender como funciona um vírus de computador, afinal uma das regras de estratégia em qualquer tipo de guerra é conhecer bem o inimigo! Alem disso existe muito folclore em torno do assunto.
            Veja por exemplo o que muitos usuários, principalmente os iniciantes pensam a respeito do vírus:
            - Muitos pensam que vírus de computador são como fungos que atacam e deterioram as placas e os circuitos do computador.
            - Outros pensam que deixar um CD ou pen driver junto com outro sadio poderá ser contaminado também.
            - Muitos pensam que na sexta feira 13 é o dia marcado para os vírus atacarem. O motivo para esse folclore é que o vírus “sexta feira 13” existe e foi um dos pioneiros a atacar com data marcada, alem desse existem mais vírus que atacam com data marcada.
            Essas situações chegam a ser engraçadas, mas é o que muitos pensam. Mas o que se deve ter em mente é que vírus é apenas um software.
            Os vírus nada mais são do que programas. Programas que por sua vez só causaram algum dano se forem executados. Um programa contaminado com vírus não causará dano algum se for apenas copiado para um computador. Nesse caso os programas são apenas lidos para a memória e gravados em outro meio de armazenamento. Se um programa contaminado não for executado, será impossível que o vírus se propague.
            Geralmente os vírus ficam escondidos em áres do disco rígido que contenham instruções, essas áreas são duas:
            Primeira o setor de boot, é neste local que uma grande parte do vírus se instala e que por sua vez é lido pela memória e executado em todas as operações de boot. Eles podem conter extensões .EXE, .COM, .SYS, .OVZ, .OVR, .BIN, .DLL.
            Segunda é que no passado nos não precisávamos nos preocupar com arquivos de dados, que não podendo ser executado não podiam conter vírus. Hoje existem os vírus de macro que podem chegar em arquivos do Word e Exel, por exemplo.
            Os vírus são perigosos para usuários que não tomam precauções, aqueles que tomam o devido cuidado podem ficar tranqüilos, pois seu computador nunca será contaminado.

Deixo aqui algumas dicas de prevenção que podem evitar que você contraia um vírus e que seu computador fique sempre protegido:
            - Faça um BACKUP de seus arquivos importantes.
            - Faça uma cópia da tabela de partição do seu disco rígido
            - Use um escudo anti-vírus com versões mais recentes e mantenha sempre atualizado.
            - Muito cuidado com os anexos de e-mail. Muitos vírus de email utilizam o catálogo de endereços para se auto enviarem para outras pessoas. Observe sempre que na caixa de diálogo sempre vem um clips ou ponto de esclamação em vermelho quando á possibilidade de o email estar contaminado com vírus, cuidado!
            -Antes de abrir qualquer disco removível que tenha sido inserido em outro computador sempre usar um programa de antivírus, principalmente adolescentes, estudantes, pois no ambiente acadêmico existem um alto indicie de contaminação por vírus.
           
              Estas informações obtive atravéz de várias pesquisas que fiz pela internet.

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Manutenção preventiva

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     Manutenção preventiva é um conjunto de cuidados que devem ser tomados com um equipamento, visando prevenir vários tipos de defeitos. No caso de PCs, certos cuidados estão relacionados com software, como fazer backups e usar programas anti-vírus. Outros estão relacionados com hardware, como usar um estabilizador de voltagem e capas plásticas para proteger o PC da poeira e da umidade.
     Certos cuidados devem ser tomados no dia-a-dia, pelo próprio usuário, como evitar ligar e desligar o PC várias vezes por dia, e salvar periodicamente um arquivo que está sendo editado. Outros cuidados já devem ser realizados em um nível mais especializado e com uma periodicidade maior, como usar o programa Scandisk ou similar, e desmontar o PC para fazer uma limpeza geral de poeira e de contatos. Iremos portanto dividir a manutenção preventiva em quatro categorias:

Software:
     Cuidados no dia-a-dia
     Cuidados avançados
Hardware:
     Cuidados no dia-a-dia
     Cuidados avançados
     Os cuidados no dia-a-dia devem ser tomados pelo próprio usuário do PC, mesmo que seja uma secretária, um operador ou alguém que entenda pouco sobre informática. Os cuidados avançados devem ser tomados por um técnico, administrador ou usuário especializado.

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