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Transformador monofásico

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     O transformador é uma máquina elétrica estática, que altera a tensão e a corrente elétrica para valores adequados de acordo com a aplicação específica do projeto. Na figura 1, um transformador monofásico representado de maneira elementar.

Figura 1

     O enrolamento que recebe a tensão da rede é o enrolamento primário, e o que fornece tensão para a carga, o secundário. Os enrolamentos primário e secundário estão enrolados em um núcleo ferromagnético, porém eletricamente isolados.
     Essa separação entre o primário e o secundário está representada na figura 2.


Figura 2
     Na figura, as grandezas indicadas são:
         • U1, a tensão elétrica primária (V);
         • I1, a corrente elétrica primária (A);
         • N1, o número de espiras do enrolamento primário;
         • U2, a tensão elétrica secundária (V);
         • I2, a corrente elétrica secundária (A);
         • N2, o número de espiras do enrolamento secundário.

      Vamos analisar a figura 2a. Quando se aplica ao enrolamento primário uma tensão elétrica, cria-se uma corrente. Surge, então, um campo magnético, que alcança o enrolamento secundário, pois ambos compartilham o mesmo núcleo.
     Observando agora a figura 2b, percebemos que, ao inverter o sentido da tensão no primário, o campo magnético também inverte de sentido. A inversão de sentido pode ser interpretada como movimento, e, de acordo com o princípio da indução eletromagnética, magnetismo associado a movimento gera eletricidade.
     Portanto, no enrolamento secundário, gera-se uma tensão elétrica, que, ao ser aplicada em uma carga, fornece uma corrente elétrica.
     O transformador apresenta dispersão do fluxo magnético por correntes parasitas.
     Para minimizar essas perdas por histerese, seu núcleo é composto por lâminas, feitas de uma liga metálica especial.
     O transformador monofásico é construído de maneira diferente do transformador elementar (figura 3).


Figura 3
     Uma das aplicações dos transformadores é na alteração da tensão e da corrente elétrica nas usinas geradoras de energia elétrica, possibilitando que elas atendam o maior número possível de consumidores finais que utilizam a tensão em diferentes valores: industrial, comercial e residencial. As usinas hidroelétricas usam a água dos reservatórios de grandes lagos ou rios para mover as turbinas. Já as usinas termoelétricas empregam combustíveis fósseis ou energia nuclear, cujo vapor faz girar as turbinas. Em geral, as usinas hidroelétricas e termoelétricas ficam distantes dos grandes consumidores de energia elétrica, e esta chega até eles por meio de linhas de transmissão, estações e subestações. Durante o percurso, são utilizados inúmeros transformadores, que não apenas alteram o valor da tensão e controlam a corrente, como mantêm a potência elétrica estável e reduzem as perdas por efeito Joule. Outra vantagem dos transformadores é que os cabos usados na linha de transmissão não precisam ser muito grossos.
     Vamos acompanhar o percurso desde a usina de geração de energia até os consumidores.
     Normalmente, a usina gera tensão na ordem de 10 000 V, que o transformador elevador de tensão aumenta para 150 000 a 400 000 V. Não se eleva a tensão acima de 400 000 V para evitar o efeito corona (uma espécie de descarga elétrica através do ar), que causa perda de energia.
     Para ser transportada em grandes distâncias, a energia elétrica segue por cabos instalados em linhas de transmissão. Por ficarem suspensos, os cabos da linha de transmissão não oferecem risco às pessoas, motivo pelo qual não recebem revestimento isolante. Eles são compostos por um trançado de alumínio com aço que garante a condutibilidade e resistência mecânica para suportar o próprio peso, as mudanças climáticas e os fortes ventos.

     Durante a transmissão, ocorrem perdas de energia nos cabos, porque estes, apesar de apresentarem baixa resistência elétrica, são muito longos. Para amenizar as perdas, instalam-se subestações de energia. Assim, quando a tensão é mais uma vez elevada, as perdas são compensadas.
     Ao chegar próximo aos consumidores, a tensão deve ser reduzida, para não oferecer risco à vida e também para fazer funcionar os aparelhos elétricos, eletrônicos e eletroeletrônicos na tensão adequada.


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Chapa de ferro de silício

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      São chapas confeccionadas com liga de ferro-silício. São ultilizadas na confecção de núcleos magnéticos de máquinas elétricas, de forma a se obter campo magnético intenso com um mínimo de dispersão das linhas de força.

     Os materiais ferromagnéticos são classificados em dois grupos:
        Materias de baixa força coercitiva, conhecidos como metais magnéticamente moles:
        Materias de alta força coercitiva ou magneticamente duros.
     As denominações magneticamente moles ou duros não se referm a dureza mecânica desses materias, mas à maior ou menor capacidade de reter o magnetismo, fato que, nos aparelhos eletromagnéticos, determina perdas conhecidadas com o nome de perdas por histerese.    
     Entre os materiais magneticamente moles, o ferro é o que apresenta melhores características, sendo o mesmo mais indicado para quase todas as aplicações em corrente contínua.
     Já para a corrente alternada, devido à sua baixa resistividade, o ferro não é indicado por proporcionar perdas consideráveis por corrente de Foucault. Para casos de corrente alternada, são usadas as ligas de ferro de silício. O silício aumenta consideravelmente a resistividade do ferro e não afeta a permeabilidade e a histerese.
     As ligas de ferro de silício são encontrados em chapas de números 16 a 30 ESG, isto é, padronizadas pela Electrical Steel Gauge. São mais comuns as chapas de 24, 26 e 29, que medem 0,635mm, 0,470mm, 0,356mm de espessura, respectivamente, com teores de silício que varia de 0,2% a 5%.
     De ponto de vista das propriedades mecânicas, o silício torna o ferro quebradiço. Esta indicação seria uma forma precária de identificção da presença, em maior ou menor quantidade, de silício numa chapa de ferro. Isto pode ser verificado por meio de sucessivos dobramentos e indireitamentos completos. A chapa que tiver maior teor de silício quebrará com um número menor de endireitamento. Com 5% de silício, a chapa  deve quebrar-se com apenas um dobramento e endireitamento completo.    

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Transformadores monofásicos

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     Transformadores monofásicos são usados para aumentar ou diminuir a tensão elétrica e, consequentemente, a corrente elétrica, para isolação de circuitos e vários outros empregos.
     Os transformadores podem ser desde bem pequenos, de pouco VA, até os empregados em grandes subestações transformadoras, que obrigam as potências de MVA.
     As partes principais que compõe um transformador são: Núcleo, bobina primária e bobina secundária.
     O núcleo constitui o circuito magnético do transformador. É uma peça metálica, constituído de chapas de ferro de silício, isoladas entre si e sobre a qual são montadas as bobinas. Há diferentes formas de núcleo encouraçado. 
     Bobina primária é a bobina que se liga à linha de alimentação alternada.
     Bobina secundária é aquela que transmite energia e à qual se ligam os aparelhos a ultilizar. Esta bobina pode ter várias derivações que permitem obter várias tensões de saída. Por exemplo, os transformadores para campainha geralmente são construídos para três tensões.
     As bobinas tem diferentes formas e tamanhos. São isoladas entre si e o núcleo. Em alguns casos, as bobinas se enrolam sobre carretéis separados, ou em um só carretel. Nos transformadores pequenos costuma - se construir uma bobina sobre outra no mesmo carretel.
     O funcionamento dos transformadores está baseado no fenômeno da indução eletromagnética. O primário, ligado à rede de alimenteção de corrente alternada, gera um campo magnético, também alternado, que, conduzido pelo núcleo, vai induzir no secundário uma energia elétrica.
     O transformador será elevador se o enrolamento secundário tiver maior número de espiras que o enrolamento primário, e será abaixador se o enrolamento secundário tiver menor número de espiras que o primário. 

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Rebobinamento de um transformador

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     Para que seja possível rebobinar um aparelho ou uma máquina elétrica (transformadores, motores elétricos, etc), é necessário anotar certos dados antes de desfazer os enrolamentos. São informações indispensáveis para confecção do novo enrolamento.

     Supor que as características de um enrolamento podem ser levantadas pela aplicação de fórmulas simples ou por cálculos rápidos é um grande erro. As fórmulas que satisfazem ás máquinas de 1HP não dão o mesmo resultado quando se trata de máquinas maiores ou menores.
     Para evitar situações difíceis, observe, sempre, estas normas usando como exemplo um transformador:
     
     1 - Desmonte o núcleo e anote na ficha as posições das bobinas no núcleo.
     2 - Desencadarce a bobina.
     3 - Anote na ficha as medidas interna e externas de comprimento, largura e altura das bobinas.
     4 - Faça um esboço das bobinas para anotar as dimenções, bem como suas posições no núcleo e as posições das pontas de saída.
     5 - Desenrole a bobina e complete as anotações de numero de espiras. Se a bobina for feita em camadas, anote o número de camadas e o número de espiras por camadas.
     6 - Anote se há isolaçãopor camada e o material empregado nessa isolação.
     7 - Anote a bitola do fio e seu peso.
     Pronto ! Agora você ja tem todos os dados necessário para começar o rebobinamento do transformador. 

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De onde vem a energia elétrica?

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     O video da TV Escola mostra um exemplo de como é o processo de produção e transmissão de energia elétrica até chegar as nossas residências:

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Diodo

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     O diodo é um componente classificado como semicondutor. Ele é feito dos mesmos materiais que formam os transistores e chips. Este material é baseado no silício. Ao silício são adicionadas substâncias chamadas genericamente de dopagem ou impurezas. Temos assim trechos tipo N o e tipo P. A diferença entre os dois tipos está na forma como os elétrons são conduzidos. Sem entrar em detalhes sobre microeletrônica, o importante aqui é saber que quando temos uma junção PN, a corrente elétrica trafega com facilidade do treho P para o trecho N, mas não consegue trafegar no sentido inverso.


     O diodo possui seus dois terminais ligados às partes de uma junção PN. A parte ligada ao P é chamada de anodo, e a parte ligada ao N é chamada de catodo. A corrente elétrica trafega livremente no sentido do anodo para o catodo, mas não pode trafegar no sentido inverso. Por causa desta característica, os diodos são usados, entre outras aplicações, como retificadores. 
 Eles atuam no processo de transformação de corrente alternada em corrente contínua. 

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Transformadores

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     Quando duas bobinas são enroladas sobre o mesmo núcleo, temos um componente derivado, chamado transformador. Cada uma das bobinas é chamada de enrolamento. Quando aplicamos uma tensão no primeiro enrolamento (chamado de primário), podemos retirar uma outra tensão, sendo gerada pelo segundo enrolamento (secundário). Isto pode ser usado para aumentar ou reduzir a tensão. Em uma fonte de alimentação convencional (não chaveada), o primeiro circuito é um transformador, que recebe a tensão da rede elétrica (110 ou 220 volts) e gera no secundário uma outra tensão alternada, porém de menor valor.


     Os transformadores têm muitas outras aplicações. São usados por exemplo como isoladores da linha telefônica em modems. Eles protegem (até certo ponto) o modem de eventuais sobretensões na linha telefônica. Pelo fato de terem uma indutância, eles também atuam como filtros de ruídos.  


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