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Monitorando as voltagens e a temperaturas do pc

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     As placas de CPU modernas são capazes de informar medidas de voltagem, temperatura do processador e rotação do ventilador. Essas placas são fornecidas juntamente com programas que podem ser executados automaticamente na partida do Windows e passam a medir continuamente esses valores. Caso ocorra um problema sério, como um desvio em alguma das voltagens da fonte, as voltagens que chegam ao processador, a temperatura ou a rotação do ventilador, será emitido um alarme.  Essas medidas são feitas por chips como o LM78, presente em muitas dessas placas. É preciso instalar o software de monitoração que acompanha a placa de CPU.
     A figura mostra o programa Asus PC Probe, que pode ser usado com as placas de CPU Asus. No quadro de configuração indicamos os valores máximos e mínimos entre os quais podem variar a temperatura, tensões e rotações dos coolers. A partir daí o programa gera um gráfico e passa a monitorar esses parâmetros.


     Outros programas semelhantes a este fazem outros tipos de monitoramento. Algumas indicam também a quantidade de memória livre, o uso do processador e outros eventos críticos. Desta forma podem ser previstos travamentos causados por falta de recursos livres no sistema.
     No caso específico de voltagens e temperatura, os valores medidos também podem ser visualizados através do CMOS Setup, sem a necessidade do uso de programas adicionais. É claro que desta forma não temos uma monitoração constante, apenas uma consulta feita durante o uso de CMOS Setup. 

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Slot

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O slot é um tipo especial de soquete. A diferença é que normalmente são usados para o encaixe de placas, apesar de serem usados também para certos processadores. A figura mostra alguns slots encontrados em placas de CPU.
      
     Um slot é um conector plástico com uma, duas ou três fendas alinhadas, nas quais existem internamente, duas seqüências de contatos elétricos. A placa a ser conectada possui contatos em ambas as faces, que correspondem a contatos nessas duas fileiras do slot.
     Entre 1997 e 2000, os principais processadores foram produzidos em versões para encaixe em slots. Eram os processadores Pentium II, bem como as primeiras versões dos processadores Celeron, Pentium III e Athlon. As placas de CPU correspondentes tinham slots próprios par ao encaixe desses processadores. Este método de encaixe caiu em desuso, mas dependendo das características de futuros processadores, nada impede que venham a ser novamente adotados. O próprio processador Intel Itanium e seus sucessores serão produzidos inicialmente em versões de cartucho.

     Normalmente os slots possuem dispositivos que impedem que seja feito o encaixe de forma invertida, ou que seja encaixada uma placa não compatível com o slot. Por exemplo, não conseguiremos instalar uma placa de vídeo AGP em um slot PCI pois a chapa traseira do gabinete do computador impedirá o posicionamento da placa. Processadores Pentium II, Pentium III e Celeron não podem ser encaixados em um slot para processador Athlon, e vice-versa, mas um usuário distraído pode conseguir posicionar o processador de trás para frente, queimando tanto o processador como a placa. Instalar processadores não é tarefa para leigos. É preciso saber reconhecer os processadores e também saber os modelos suportados por cada placa de CPU. 

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Interfaces

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     Interfaces são circuitos que permitem ligar dispositivos no computador. Muitas interfaces ficam dentro do próprio computador e o usuário não as vê. São as interfaces internas, como a que controla o disco rígido, a que controla o drive de disquetes, etc. Outras interfaces são usadas para a ligação de dispositivos externos, e são acessíveis através de conectores localizados na parte traseira do computador. É o caso da interface paralela, normalmente usada para a conexão da impressora, as interfaces seriais, que servem para ligar o mouse e outros dispositivos, a interface de vídeo, que serve para ligar o monitor, e assim por diante. 

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Erros de memória, saiba como corrigir.

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     Todos os chips de memória estão sujeitos a erros. A probabilidade da ocorrência de erros é muito pequena, mas dependendo da aplicação, o erro pode ser tolerado ou não. Se um computador usado exclusivamente para jogos apresentar um erro por ano, isto não causará problema algum. Se um computador usado no monitoramento de um reator nuclear, a taxa de um erro a cada 10 anos seria catastrófica. Existem mecanismos para detectar erros, e outros que permitem ainda corrigir o erro encontrado. 
     Partimos do princípio de que, quando um erro ocorre em uma célula, este erro está em apenas um bit. A chance de ocorrerem dois erros simultâneos na mesma célula de memória é praticamente nula. Entretanto são usados códigos sofisticados que permitem detectar (mas não corrigir) erros em dois bits simultâneos. O funcionamento desses códigos é muito complexo, por isso mostraremos aqui como resolver o problema mais comum: detectar e corrigir erros do tipo single bit, ou seja, quando ocorrem em um único bit dentro de uma célula de memória. O método mais empregado é o chamado código de Hamming. Vamos apresentar um método mais simples, bastante parecido com o código de Hamming. Podemos chama-lo de método de Laercius – que obviamente não é usado na prática, e tem apenas fins explicativos. Ele não detecta erros em dois bits simultâneos, mas é de simples entendimento.  Este método consiste em adicionar para cada dado, um grupo de bits de checagem. Quanto mais bits de dados, mais bits de checagem devem ser usados. A tabela abaixo mostra para dados de 8, 16, 32 e 64 bits, quantos bits devem ser usados para checagem:

     Mostraremos o funcionamento da correção de erros pelo código de Laercius usando dados de 8 bits, por ser mais fácil de entender. O funcionamento para 64 bits é semelhante, mas didaticamente é mais fácil explicar como funciona para 8 bits. Para o grupo de 8 bits são adicionados 5 bits de checagem. Note que na prática não é feita esta checagem para apenas 8 bits, pois adicionando 5 bits, estamos quase dobrando o custo da memória. Para grupos de 64 bits, usados nos PCs modernos, bastam 8 bits para fazer a detecção e correção de erros, totalizando 72 bits, um aumento bastante viável que não afeta muito o custo das memórias.

     A figura mostra um dado de 8 bits, representado por b7b6b5b4b3b2b1b0. Os 5 bits de controle são p1, p2, p4, pd e pp. Esses 5 bits são calculados da seguinte forma:
     p1: Paridade calculada entre b5, b7, b3 e b1
     p2: Paridade calculada entre b4, b6, b2 e b0
     p4: Paridade calculada entre b5, b7, b4 e b6
     pd: Paridade calculada entre b7, b6, b5, b4, b3, b2, b1, b0
     pp: Paridade calculada entre p1, p2, p4 e pd.
     Quando é feita uma gravação na memória, são gerados e armazenados os 5 bits de checagem. Quando é feita uma leitura, são lidos os dados e os bits de checagem. Em função dos dados lidos, os bits de checagem são novamente calculados. São comparados os bits de checagem armazenados com os calculados. Se forem iguais, está tudo correto. Se existirem diferenças, temos um erro na memória.
     É recalculada a paridade dos dados pd. Também é recalculada a paridade dos bits de controle, pp. Se pd estiver correta, não existe erro nos 8 bits de dados da memória. Se pd indicar erro, então existe um bit errado, ou entre os 8 bits de dados, ou então o erro pode ser o próprio bit pd. Entrará então em jogo o bit de paridade pp. Se estiver errado, significa que existe um bit errado, que será necessariamente pd. Isto significa que os 8 bits de dados estão corretos. Se pp estiver correto, significa que os bits p1, p2, p4 e pd estão corretos, então o erro está em um dos 8 bits de dados. A explicação pode ser melhor visualizada através da figura .

     O mais interessante de tudo é a forma pela qual o bit errado é identificado. Ele é indicado pelos valores de p1, p2 e p4 armazenados e calculados. Quando esses bits armazenados são iguais aos calculados, recebem peso zero, quando são diferentes, recebem peso 1, 2 ou 4 respectivamente. Por exemplo, quando p1 calculado é igual ao p1 armazenado, p2 calculado é diferente do p2 armazenado, e p4 calculado é igual ao p4 armazenado, temos 0+2+4=6. Isto significa que o bit b6 está errado. Basta invertê-lo (trocar de 0 para 1, ou de 1 para 0) e o erro estará corrigido.
     Com dados de 64 bits, são usados os bits de checagem p1, p2, p4, p8, p16 e p32, além de pd para indicar a paridade dos dados e pp para indicar a paridade dos bits de checagem. São portanto 8 bits de checagem ao todo. O mesmo esquema da figura é utilizado, e os bits p1, p2, p4, p8, p16 e p32 são usados para indicar a posição do erro.
     OBS: Essa história de código de Laercius é brincadeira. Não sou o criador deste método, estou apenas repetindo o que aprendi em alguma aula de circuitos digitais, lá pelo início dos anos 80...
     Você não precisa conhecer os métodos utilizados pelos chipsets para detectar e corrigir erros na memória, mas precisa saber o seguinte:
     a) para cada grupo de 64 bits, são necessários 8 bits adicionais para implementar o ECC, totalizando 72 bits.
     b) Não adianta simplesmente usar memórias de 72 bits. É preciso que o chipset da sua placa de CPU utilize a geração e a checagem de erros. Muitos chipsets para PCs de baixo custo não operam com ECC.

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Memórias

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Leitura e escrita



     Podemos dividir as memórias em duas grandes categorias: ROM e RAM. Em todos os computadores encontramos ambos os tipos. Cada um desses dois tipos é por sua vez, dividido em várias outras categorias.








ROM


     ROM significa read only memory, ou seja, memória para apenas leitura.

     Um tipo de memória que, em uso normal, aceita apenas operações de leitura, não permitindo a realização de escritas. Outra característica da ROM é que seus dados não são perdidos quando ela é desligada. Ao ligarmos novamente, os dados estarão lá, exatamente como foram deixados. Dizemos então que a ROM é uma memória não volátil. Alguns tipos de ROM aceitam operações de escrita, porém isto é feito através de programas apropriados, usando comandos de hardware especiais. Uma típica aplicação da ROM é o armazenamento do BIOS do PC, aquele programa que entra em ação assim que o ligamos. Este programa testa a memória, inicializa o hardware e inicia a carga do sistema operacional.



RAM



     Significa random access memory, ou seja, memória de acesso aleatório. Este nome não dá uma boa idéia da finalidade deste tipo de memória, talvez fosse mais correto chamá-la de RWM (read and write memory, ou memória para leitura e escrita). Entretanto o nome RAM continua sendo utilizado por questão de tradição. Em operação normal, o computador precisa fazer não apenas o acesso a dados e instruções, através de leituras na memória, mas também guardar resultados, através de operações de escrita na memória.

     Além de permitir leituras e escritas, a RAM tem outra característica típica: trata-se de uma memória volátil, ou seja, seus dados são apagados quando é desligada. Por isso quando desligamos o computador e o ligamos novamente, é preciso carregar o sistema operacional. Resumindo, as principais características da ROM e da RAM são:
  
     Em linhas gerais, essas são as características das memórias tipos ROM e RAM. Existem entretanto ROMs que permitem gravações, e RAM que não perdem dados.



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Modems com jumpers

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      Os modems que não são Plug and Play são configurados através de jumpers. É preciso indicar o seu endereço de E/S (3F8=COM1, 2F8=COM2, 3E8=COM3 e 2E8=COM4). Devemos ainda escolher uma interrupção. Em geral são dadas as opções IRQ3, IRQ4, IRQ6, IRQ7 e IRQ9. Já os modems PnP não requerem o uso de jumpers. A configuração é feita automaticamente pelo Windows. Mesmo assim em muitos modelos é preciso indicar que deve ser usado o recurso PnP, e isto também é feito através de jumpers.
      Caso não queira operar em modo PnP, pode configurá-la como uma placa de legado, definindo através de jumpers a COM e a IRQ. Por exemplo, as placas Sportster da U.S. Robotics possuem dois grupos de jumpers para a definição da COM e da IRQ . Se quisermos fazer uma placa de modem Sportster operar em modo de legado, basta programar a COM e da IRQ através de jumpers.

      No caso de instalação de placas de legado, ou de placas PnP em modo de legado, é preciso, antes de mais nada, encontrar um endereço de E/S e uma IRQ livres. Esta determinação pode ser feita com o Gerenciador de Dispositivos. Também no caso de placas PnP, é preciso fazer uma consulta ao Gerenciador de Dispositivos, pois a instalação pode ser impossibilitada caso não seja possível encontrar uma IRQ livre.

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Manutenção rápida no seu PC

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     Em manutenção corretiva, nem sempre fazemos como primeira tentativa, uma limpeza geral de contatos. Por exemplo, se temos a desconfiança de que existe um mau contato nos módulos de memória, fazemos a limpeza apenas nesses módulos e nos seus soquetes. Depois de descobrir o defeito, podemos com mais calma fazer uma limpeza completa de poeira e contatos em todo o computador.
     Para limpar os contatos dos módulos de memória, retiramos os módulos e limpamos seus conectores de borda usando uma borracha. Usamos um pincel para remover os resíduos de borracha. Limpamos os soquetes usando um pincel, e finalmente aplicamos spray limpador de contatos nos soquetes e nos conectores dos módulos de memória. Esperamos o spray secar e instalamos as memórias em seus soquetes. Podemos agora ligar o computador e testar se os problemas na memória desapareceram.
     O processo é o mesmo para outras conexões. Por exemplo, se suspeitamos de um mau contato no cabo flat do disco rígido, fazemos a limpeza apenas dos conectores da interface IDE e do disco rígido, além dos conectores existentes no cabo flat. Nesses conectores, tanto macho como fêmea, usamos o pincel, opcionalmente o míni aspirador, e a seguir o spray.

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Os estragos causados pelas descargas eletrostáticas

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     Descargas eletrostáticas podem causar dois tipos de falhas: catastróficas e latentes. As falhas catastróficas são as mais comuns de serem percebidas. A placa, chip ou disco rígido simplesmente não funcionam, mesmo quando novos. O usuário compra um módulo de memória, o vendedor o toca com as mãos. Talvez tenha queimado. O usuário vai instalar o módulo e a memória não funciona. Sendo imediatamente percebida essa falha, o usuário pode ir a loja e solicitar a troca (azar do dono da loja). As falhas latentes são bem piores. O equipamento funciona aparentemente bem, mas depois  de alguns meses, semanas ou até dias a falha é manifestada de forma permanente ou intermitente. 

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O que são descargas eletrostáticas

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     Todos se lembram de um belo dia, lá por volta da sexta série do primeiro grau, quando na aula de ciências é apresentada uma experiência com eletricidade estática, esfregamos uma caneta nos cabelos ou no casaco, tornando-a eletrificada. A caneta passa a trair para si, pequenos pedacinhos de papel. Os elétrons acumulados na caneta são os responsáveis por esta atração. Qualquer material, quando friccionados entre si, produzem  quantidades maiores ou menores de eletricidade estática. Ao se levantar de uma cadeira forrada com material plástico, retirar um casaco de lã ou mesmo ao andar por um carpete, o corpo humano acumula cargas suficientes para gerar uma tensão de alguns milhares de volts. Certamente você já deve ter tomado algum dia, um choque ao abrir a porta de um automóvel ou mesmo uma porta comum. Tensões estáticas superiores a 3000 volts são percebidas por nós, na forma de um pequeno choque. Tensões baixas não chegam a provocar choques, por isso passamos a não acreditar nas descargas eletrostáticas. Para danificar um chip de memória ou um processador bastam algumas dezenas de volts que por nós não será percebido. 

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Como manusear uma placa eletrônica

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Manuseio de placas

Em qualquer tipo de placa de circuito impresso, devem ser tomados os seguintes cuidados:

Não tocar nas partes metálicas dos chips
Não tocar nos conectores
Segurar a placa sempre por suas bordas laterais
Não flexionar a placa

O toque nas partes metálicas dos chips pode causar descargas eletrostáticas (energia estática, como vimos na postagem anterior) que os danificam ou até mesmo pode vir a queimar o componente. Uma placa tem duas faces: a face dos componentes e a face da solda. Não se deve tocar na face da solda, pois nela existem contatos elétricos com todos os seus componentes com chips, resistores, diodos, etc. Da mesma forma não se deve tocar na face dos componentes, pois se pode acidentalmente tocar as pernas dos chips, causando o mesmo efeito. Os conectores também não devem ser tocados, por duas razões.
 A primeira é que possuem contatos elétricos com os chips, que ficam expostos às descargas eletrostáticas.
 A segunda é que a umidade e a gordura das mãos podem causar mau contato nos conectores. Uma placa deve ser sempre segura por suas bordas laterais, como indicado na figura:

As partes metálicas das placas (com exceção dos conectores) podem ser tocadas em apenas dois casos:
a) se o técnico estiver usando a pulseira anti-estática
b) se o técnico se descarregar imediatamente antes de tocar na placa.
Em qualquer operação mecânica, (em um microcomputador como exemplo) como fixar a placa por parafusos ou espaçadores, encaixar ou desencaixar placas de expansão na placa de CPU, encaixar ou desencaixar conectores, etc. deve ser tomado muito cuidado para que a placa não sofra nenhum tipo de flexão. A flexão pode causar o rompimento de trilhas de circuito impresso, o que resulta em um mau contato dificílimo de ser detectado e consertado. Pode também causar o rompimento das ligações entre soquetes e a placa. A flexão não deve ser apenas evitada a qualquer custo: deve ser proibida. Por exemplo, na placa de CPU, para encaixar o conector da fonte basta colocar a mão por baixo da placa ao encaixar o conector da fonte, evitando assim que ocorra o flexionamento.

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Problemas com seu mouse?

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Cursor do mouse não caminha direito na tela
     O cursor do mouse aparece na tela e caminha conforme os movimento feitos pelo usuário, mas esses movimentos são erráticos, na forma de saltos, ou então ficando limitados ao sentido horizontal ou vertical. Esses são sintomas de sujeira no mouse. Se você quiser, pode confirmar isso instalando outro mouse. Se o outro mouse funcionar, fica comprovado que o problema é sujeira. 
Falhas aleatórias no botão do mouse
     Quando um dos botões do mouse, ora funciona, ora não funciona, está caracterizado que existe um mau contato. Isto pode ser comprovado através da instalação de outro mouse em boas condições. Podemos corrigir o problema do botão do mouse aplicando spray limpador de contatos. Se a limpeza não resolver, podemos fazer um transplante de botão, como veremos na seção  manutenção do mouse. Como o mouse é muito barato, em geral é melhor fazer a sua troca.

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