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Como programar a frenagem de um inversor de frequência

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Como instalar um inversor de frequência parte1

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     Este post descreve os procedimentos de  fixação e de instalações elétricas de potência e controle de um inversor de frequência, utilizando com exemplo um inversor da marca WEG CFW09.
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     Primeiramente devemos escolher o localização em que vai ser instalado o inversor, deve-se utilizar uma superfície plana na posição vertical,  livre de poeira e umidade.
     Quando instalado dentro de um painel  ou caixas metálicas fechadas, prover exaustão adequada para que a temperatura fique dentro da faixa permitida, a localização é um fator determinante para um bom funcionamento e assegurar a vida útil de seus componentes.

     Fixando o inversor:

     Para inversores de 6 A a 14 A colocar primeiramente os parafusos de baixo, apoiar o inversor e então os parafusos de cima como mostra a figura 1:


Figura 1


     Para modelos acima de 14 A colocar primeiro os parafusos na superfície na qual o inversor será instalado colocar o inversor e em seguida reapertar os parafusos como mostra a figura 2:


Figura 2



Ligando as conexões de potência:





     No inversor existem conexões de entrada de alimentação e saída para o motor. Nas conexões de entrada deve-se prever um seccionador ( como um contator, chave seccionadora, etc ), que deve seccionar a rede de alimentação quando necessário executar uma provável manutenção.
     Deve-se utilizar fusível ultra- rápido do tipo VR com a corrente igual ao indicado para cada modelo de inversor, para proteção correta de seus componentes eletrônicos.
     A tensão de rede deve ser compatível co  a tensão nominal do inversor. Não utilizar banco de capacitores para correção do fator de potência na entrada e nem na saída do inversor, isso também prejudica a vida útil de seus componentes.


Ligando as conexões de controle.


     As conexões de sinal (entradas/saídas analógicas) e controle (entradas/saídas digitais, saídas à relé) são feitas nos seguintes conectores:
     As DI são entradas digitais que funcionam com tensão de 24 Vdc gerada pelo próprio inversor que tem como opção de conectar um circuito de comando a distância como por exemplo uma botoeira ou um relé, como mostra a figura 3:


Figura 3

     As AI 1 e AI 2 são entradas analógicas de referencia de sinal, nelas podem ser conectadas como por exemplo um potenciômetro ou até mesmo o sinal de um controlador (sinal 0 a 10) Vcc ou (0 a 20) mA / (4 a 20) mA, como mostra a figura 4:


Figura 4
    As AO 1 e AO 2 são saídas analógicas de referência de sinal, na AO 1 é um sinal de referência de rotação já a AO 2 é uma referência de corrente do motor, onde em ambas você  pode estar conectando como por exemplo um indicador de velocidade ou mesmo de corrente. Figura 5:


Figura 5

     As RL são relé que podem ser utilizados como contatos auxiliares e são programáveis como mostra a figura 6:


Figura 6
  
       Agora você já conhece as conexões de um inversor e para que servem, no próximo post vou publicar quais os tipos de ligações e como proceder para configura- lo.    
  

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Vida útil de um motor elétrico

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     Sendo o motor elétrico de indução, uma máquina robusta e de construção simples, a sua vida útil, depende quase esclusivamente da vida útil da isolação dos enrolamentos. Esta é afetada por muitos fatores, como umidade, vibrações, ambientes corrosivos e outros. Dentre todos os fatores, o mais importante é sem dúvida a temperatura de trabalho dos materiais isolantes empregados. Um aumento de 8 a 10 graus na temperatura de isolação acima de sua classe térmica, reduz sua vida útil pela metade.

     Quando falamos de diminuição da vida útil, não referimos ás temperaturas elevadas, quando  o isolante queima e o enrolamento é destruído repentinamente. vida útil da isolação, refer-se ao envelhecimento gradual do isolante, que vai se tornado ressecado, perdendo o poder do isolante, até que não suporte mais a tensão aplicada e produza o cuto circuito.
     A experiêcia mostra que a isolação tem uma duração praticamente ilimitada se a sua temperatura for mantida abaixo do limite de sua classe térmica. Acima deste valor, a vida útil da isolção vai se tornando cada vez mais curta, à medida que a temperatura de trabalho é mais alta. Este limite de temperatura é muito mais baixo que a temperatura de "queima" do isolante e depende do tipo de material empregado.
     Esta limitação de temperatura refere-se ao ponto mais quente da isolação e não necessariamente ao enrolamento todo. Evidentemente, basta um "ponto fraco" no interior da bobina para que o enrolamento fique inutilizado.  

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Motores elétricos funcinando em altitudes

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     Motores elétricos funcionando em altitudes acima de 1000 mts em relação ao nível do mar apresentam problemas de aquecimento causado pela refração do ar, consequentemente, diminuição do seu poder de arrefecimento.
     A insuficiente troca de calor entre o motor e o ar cicundante, leva a exigências de redução de perdas, o que significa também, redução de potência.
     Os motores tem aquecimento diretamente proporcional as perdas e estas variam ,  aproximadamente, numa razão quadrática com a potência.

     Mas o que devemos fazer para que isso não venha a queimar o motor?
    
      Existem soluções possiveis como:
      Pode-se usar material isolante de classe superior.
      Usando-se motores com fator de serviço maior que 1 (1,15 ou maior) trabalhando satisfatóriamente em altitudes desde que seja requerida pela carga, somente a potência nominal do motor. 
     Exemplo:
     Motor de 100 cv, isolamento classe F, (80K) trabalhando em uma altitude de 1500 mts acima do nível do mar, a temperatura ambiente de 40º C será reduzida em 5%, resultando em uma temperatura ambiente máxima estável de 36% C.
Temp = 40 - 80 x 0,05 = 36º C. 

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Indicador multiponto DM-310 DLG

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     O DM-310 é um indicador de variáveis de processos microprocessado com 10 entradas analógicas configuráveis, sendo possível à seleção do tipo das entradas (temperatura (termopar, PT-100), sinais de tensão e corrente), funcionamento dos alarmes e das saídas, entre outros parâmetros. Possui comunicação serial, podendo ser ligado em rede MODBUS RTU, ideal para sistemas de aquisição e supervisão. O DM-310 conta com 2 alarmes (a relé) e 2 leds no painel frontal para indicação.


CATÁLAGO
 

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Manutenção em inversores de frequência

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     Os inversores de freqüência são equipamentos eletrônicos utilizados para fazer o controle de velocidade e torque de motores de corrente alternada através da variação da freqüência da senóide de saída, permitindo fácil utilização. De acordo com pesquizas, a probabilidade de falha de produtos industriais equipados com componentes eletrônicos, como inversores, aumenta com os anos de operação. Normalmente, para acionamentos elétricos esse tempo é de 5 a 10 anos.
     O principal motivo das falhas 
é o envelhecimento dos componentes. Porém, o acionamento também é afetado por condições de operação e de ambiente.
     Um programa de manutenção fornece meios sistemáticos e funcionais para a manutenção de um equipamento. Para cada linha de inversor de frequência, existe um programa de manutenção de acordo com o seu fabricante.

     O inversor de frequência é um equipamento que não avisa quando vai te deixar na mão, por isso eu recomendo uma empresa a Maxi Drive, que tem todo o suporte técnico para uma manutenção preventiva e principalmente na hora que você mais precisa, atendimento 24 horas com uma equipe especializada em inversores de frequencia. Já estive lá pessoalmente e eu recomendo.





 


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Ligação de um motor elétrico com 6 pontas

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Acionamento de motores elétricos

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