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30
set
2012

Geradores

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     Geradores são dispositivos que transformam um tipo qualquer de energia em energia elétrica. Conforme a fonte de energia, eles podem ser classificados em:
     • Eletroquímicos – Produzem a diferença de potencial por meio de reações químicas em seu interior, como as pilhas e as baterias.



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28
set
2012

Como calcular a potência dissipada

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     Um dos efeitos da corrente elétrica ao atravessar uma resistência é a transformação de energia elétrica em calor (efeito Joule). No entanto, esse calor produzido nem sempre é desejável.


     Outra possibilidade é substituir a tensão U por U = RI (lei de Ohm), obtendo-se:



     2. Determine a potência dissipada em um resistor de 2k2 Ω, submetido a uma ddp de 12 V.
     Solução:


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28
set
2012

Isolante ideal e supercondutores

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     Nem o melhor dos isolantes está livre de ser atravessado por corrente elétrica, ou seja, o isolante ideal só existe teoricamente. Por maior que seja a resistência ou resistividade elétrica de uma substância, alguns elétrons sempre podem atravessá-la. Ao se elevar a tensão aplicada no material isolante, aumenta-se o campo elétrico no interior dele, até o ponto em que ocorre uma “avalanche” de cargas elétricas, gerando calor e temperatura suficiente para destruir o material de maneira irreversível.


Figura 1

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27
set
2012

Ligação de um motor com doze pontas

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     Em alguns casos específicos usam-se motores trifásico com doze pontas onde à necessidade de várias tensões  220V/ 380V/440V , seja indispensável. O motor de dose pontas nos da a possibilidade de liga-lo em quatro diferentes tensões. Veja como deve ser o fechamento em 220V:


     Agora observe o fechamento em 380V, os terminais 4-5-6 e também 10-11-12 estão interligados, os terminais 1-7 conecta-se a fase R, nos terminais 2-8 conecta-se a fase S e nos terminais 3-9 conecta-se a fase T.
     Agora observe o fechamento em 440V, os terminais 4-7, 5-8 e 6-9 são interligados, os terminais 2-10 conecta-se a fase R, nos terminais 3-11 conecta-se a fase S e nos terminais 1-12 conecta-se a fase T.

     Em alguns casos usa-se uma ligação em 760V, para partida de motores, onde 4-7, 5-8, 6-9, 10-11-12 são interligados, e 1 recebe a fase R, 2 recebe a fase S, e 3 recebe a fase T.

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27
set
2012

Como medir a resistência elétrica

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      O instrumento que mede a resistência elétrica de um dispositivo ou circuito é o
ohmímetro. O aparelho deve ser conectado em paralelo à resistência a ser 


Figura 1




Figura 2



Figura 3

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26
set
2012

Resistência elétrica

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      A resistência elétrica depende do material, das dimensões do condutor e da temperatura (agitação térmica). Sua unidade de medida no SI é o ohm.


Figura 1


Figura 2




Figura 3

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26
set
2012

Efeitos da corrente elétrica

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      A corrente elétrica não é visível, mas podemos perceber claramente seus efeitos.
      • Efeito térmico – Também conhecido como efeito Joule, ocorre devido à colisão dos elétrons em movimento (livres) com átomos do condutor. Os átomos recebem parte da energia cinética proveniente do movimento dos elétrons e acabam aumentando sua vibração (agitação térmica) dentro do condutor, o que equivale a aumento em sua temperatura.


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25
set
2012

Processo de eletrização

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     Há três maneiras de eletrizar um corpo: por atrito, por contato ou por indução. No experimento descrito a seguir ocorrem os três tipos de eletrização. Para reproduzi-lo, bastam um pente, cabelo e papel picado.
     






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25
set
2012

Grandezas elétricas, unidades, notação e prefixos

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     Em praticamente todos os casos vamos trabalhar com as grandezas elétricas expressas em unidades do Sistema Internacional de Unidades (SI). A maioria leva o nome de grandes cientistas, por exemplo: V, para volt (em homenagem a Alessandro Volta); A, para ampère (André Marie Ampère); e W, para watt (James Watt). Note que volt, ampère e watt são grafados com letras minúsculas, e seus símbolos, em maiúscula. 


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25
set
2012

Campo elétrico

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     Antes de passar ao estudo do campo elétrico e das forças que atuam sobre as cargas, vamos fazer uma analogia com o campo gravitacional. Toda massa (por exemplo, a de um planeta) cria um campo gravitacional a seu redor, fazendo com que outras massas sejam atraídas por ela (todos os corpos são atraídos para o centro da Terra). Da mesma forma, cargas elétricas produzem, 


Figura1


     No modelo planetário de Rutherford, os elétrons de um átomo se distribuem em órbitas circulares, conhecidas também por camadas (K, L, M, N...), como mostra a figura 2. Os elétrons da última camada, por estarem mais distantes, estão sujeitos a menor força de atração e podem ser facilmente retirados do átomo.

Figura 2


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25
set
2012

História da eletricidade

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      O volt (V) é uma homenagem a esse físico italiano, inventor da pilha. Ele acreditava que os tecidos dos seres vivos não eram imprescindíveis para gerar eletricidade, ao contrário de seu contemporâneo Luigi Galvani – ambos precursores dos estudos nesse campo. Formaram-se, então, duas alas de pensadores: a dos que acreditavam na “eletricidade animal” e a dos que defendiam a existência da “eletricidade metálica”.


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25
set
2012

Lâmpadas a arco

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     Esse tipo de lâmpada produzia um arco elétrico luminoso entre duas hastes. Pouco eficientes e geradoras de calor insuportável e fumaça, foram substituídas com vantagem pelas lâmpadas incandescentes, a partir de 1880, sucedendo o lampião a gás, usado até então na iluminação pública, nas empresas e nos domicílios.
     Posteriormente, desenvolveram-se as lâmpadas de descarga, em que o arco ocorre dentro de um bulbo de vidro (ou quartzo) preenchido com gás (mercúrio, sódio etc.). Por sua elevada eficiência energética, essas lâmpadas vêm substituindo as incandescentes na maioria das aplicações.

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22
set
2012

Carga elétrica

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      As primeiras descobertas referentes a fenômenos elétricos são atribuídas aos antigos gregos. O filósofo Tales de Mileto observou que um pedaço de âmbar, depois de atritado com pele de carneiro, adquiria a propriedade de atrair corpos leves (palhas e pequenas sementes secas).


Figura 1



Figura 2

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21
set
2012

Aplicações práticas do campo magnético

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       Entre as principais aplicações do campo magnético estão o eletroímã, a ressonância magnética e o detector de metais

Eletroímã


     É uma bobina percorrida por corrente elétrica que tem o campo magnético intensificado por um corpo magnetizável, denominado núcleo.
Figura 1






Figura 2






Figura 3

Figura 4

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21
set
2012

Retificador de meia onda

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      O circuito retificador de meia onda é composto por um único diodo acoplado na saída de um transformador. Graças a essa configuração, após a passagem pelo diodo, observam-se somente semiciclos positivos, pois durante o semiciclo negativo a tensão na carga é nula.






(a) Circuito retificador de meia onda;
(b) circuito equivalente no semiciclo positivo;
(c) circuito equivalente no semiciclo negativo;
(d) formas de onda de entrada, na carga e no diodo.



Obs.: a tensão eficaz é medida por um voltímetro True RMS AC + DC.
     As expressões anteriores são verdadeiras quando o valor de pico é muito maior que 0,7 V; caso contrário, deve-se subtrair 0,7 V de VP . Nesse caso, os valores da tensão média e da tensão eficaz são calculados, respectivamente, por:


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20
set
2012

Como instalar um interruptor

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20
set
2012

Trocando disjuntores do quadro de distribuição

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20
set
2012

Como testar um diodo

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      Em muitas situações de trabalho na área eletrônica, é necessário realizar testes em semicondutores para saber quais são seus terminais (anodo e catodo) e verificar se estão com defeito (aberto em curto-circuito ou com fuga). O teste de semicondutores baseia-se no fato de que, sob polarização direta, uma junção PN apresenta resistência baixa (10 Ω, por exemplo) e, sob polarização reversa, resistência alta (> 1 MΩ).




Figura 1   Diodo polarizado
(a) diretamente e
(b) reversamente.



Figura 2     Teste com multímetro digital:
(a) diodo em bom estado,
(b) diodo em curto-circuito e
(c) diodo aberto.

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19
set
2012

Padrão de cores para condutores

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     A energia elétrica que abastece o setor residencial é fornecida por transformadores abaixadores localizados nos postes da rede secundária de distribuição. Pelo ramal de distribuição aérea ou subterrânea, chega ao poste de entrada, onde se encontra a caixa do medidor de energia. Então, segue por fios para o quadro de distribuição, instalado na parte interna da residência, e finalmente para os circuitos terminais para alimentar as cargas, ou seja, lâmpadas, chuveiros, torneiras elétricas e aparelhos eletroeletrônicos ligados às tomadas.





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12
set
2012

Gerador magnético de energia

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     Inundações de terras, desapropiações, lagos gigantescos, bilhões em investimento de mega construções, tudo isso é desnecessário, mas os especialistas dizem que é impossível gerar energia de uma fonte inesgotável e limpa para sustentar o país ou ao menos uma cidade. Enquanto isso as pessoas que realmente vivem a realidade estão usufluindo das tecnologias simples e eficientes.

 

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12
set
2012

Display

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     Muitas vezes é necessário receber informações de máquinas sobre temperatura, velocidade, pressão. Todavia, a linguagem de máquina é digital e, por isso, é necessário decodificar esta linguagem para números decimais que é a linguagem conhecida pelo homem.
     O dispositivo de saída usado para mostrar tais valores é o display ou indicador visual de sete segmentos.

     Os indicadores visuais de sete segmentos podem ser:
     - Indicador visual de diodos emissores de luz:

     É um elemento de visualização em que a emissão de luz é gerada por junção PN. Ele pode ser do tipo anodo ou catodo comum.
     Anodo comum, em cada segmento possui um LED. Os anodos são ligados individualmente em cada terminal de saída. As características de cada segmento do display são semelhantes as do led comum.

     - Display de cristal líquido;

     O display de cristal líquido mostra números numa cor cinzenta, o que permite a visualização nítida com baixo consumo de energia. Isso constitui uma das vantagens em relação ao display com LEDs.
     Esse tipo de display emprega uma substância classificada como cristal líquido, cujas propriedades alteram a disposição das moléculas na rede cristalina com a passagem da corrente elétrica.
      Esse display permite a formação de caracteres alfabéticos e numéricos e pode ser de dois tipos:
      - Display de segmentos; é apropriado para indicações numéricas, pois estas são formadas por segmentos separados.
      - Display de matriz de ponto; é apropriado para indicações alfanuméricas cujos símbolos são formados sobre uma matriz de ponto.

     A estrutura do display de cristal líquido é formada por quatro placas.
     A placa 1 funciona como um filtro plano polarizador vertical. Quando a luz externa penetra no conjunto só passam os componentes verticais para a placa 2.
     A placa 2 formada de lâminas de vidro que acondicionam os segmentos de cristal líquido. Quando o segmento estiver energizado, a componente vertical passara para placa 3 sem sofrer distorção. Se o segmento não estiver energizado, haverá a distorção da componente vertical que se tornará horizontal.
     A placa 3 funciona como filtro de plano polarizador horizontal. Quando a componente não sofre distorção na placa 2, ele não passa pelo filtro horizontal e não atinge o refletor. A componente vertical distorcida na placa 2 passa pelo filtro horizontal e atinge o refletor.
     A placa 4 é o refletor. A componente vertical que não sofreu distorção na placa 2 e ficou bloqueada na placa 3, não é refletida na placa 4 . A região desse segmento fica escura e torna-se visível na forma de número ou caractere.
     As componentes verticais dos segmentos não energizados da placa 2 que foram distorcidos e se tornaram componentes horizontais, atingirão o refletor. A região desses segmentos e o restante do display ficam claros tornando possível a visualização.


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12
set
2012

Curso de eletrônica industrial

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Curso básico de eletrônica industrial :

     Conteúdo:

     - Típos de correntes.
     - Fusível.
     - Variadores (potenciômetro).
     - Resistor escalonado.
     - Corrente alternada trifásica
     - Partida direta de motores trifásicos.
     - Partida direta com reversão.
     - Freio de motores trifásicos com corrente contínua.
     - Motores trifásicos.

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12
set
2012

Latch

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     Latch (trinco em inglês) é um circuito de memória utilizado para armazenar um código digital através de um sinal habilitador.
     Quando é habilitada uma determinada saída terá os mesmos níveis lógicos que os da entrada, mesmo que a entrada seja desabilitada, os níveis serão mantidos na saída.
     A decodificação pode também ser realizada por meio circuitos integrados e o sinal habilitador pode ser 0 ou 1, dependendo do CI utilizado. Alguns CIs apresentam um pino chamado “polarity” (polaridade) através do qual determinamos se o sinal habilitador será 0 ou 1.
     O latch também construído a partir de biestáveis do tipo D, agrupados de modo que seus terminais de habilitação fiquem em paralelo, deixando as entradas de dados independentes.
     Desse modo dependendo do nível lógico aplicado à entrada habilitadora, os dados aplicados às entradas do latch são ou não transferidos para o decodificador propriamente dito.
     Muitas vezes o trinco é um circuito independente com quatro ou oito bits de entrada e saída. Nesse caso, o latch é intercalado entre o sinal lógico e o decodificador.
     Outras vezes aparece combinado com o próprio decodificador fazendo parte do mesmo CI.

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12
set
2012

Decodificadores

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      Os decodificadores são circuitos lógicos que convertem informações de um código binário para outro. Uma das maiores aplicações dos decodificadores está na conversão de informações de um código de acionamento de displays, de forma que os algarismos ou letras codificadas digitalmente sejam mais compreensíveis aos usuários.


     
     Os equipamentos digitais podem processar somente os bits 1 e 0. Como os códigos digitais usados nos sistemas digitais não são conhecidos pela maioria das pessoas, há necessidade de conversores para interpretar esses códigos. Essa tarefa é realizada pelos decodificadores.
     Existem dois tipos de decodificadores:
          Decodificador que ativa uma saída por vez.
          Decodificador que ativa uma combinação de saídas
     O decodificador que ativa uma saída por vez tem n entradas e apresenta 2 combinações de saída. Assim, um decodificador de três entradas terá oito saídas.
     Esses decodificadores são usados no acionamento de relês em comutadores seqüenciais e na seleção de endereços de memória.
     O circuito é constituído por uma associação de portas E inversores.
     Os decodificadores que ativam combinações na saída são utilizados no acionamento de indicadores visuais (displays) de sete segmentos.
     Esse tipo de decodificador possui quatro entradas e sete saídas que é ativado em grupos para poder recriar no display os números ou os caracteres.
     Muitas vezes, é necessário que uma informação aplicada à entrada de um decodificador seja memorizada indicando o mesmo número durante certo tempo. Mesmo que durante esse tempo a entrada receba outra informações, a saída deverá ficar inalterada. Essa função é realizada pelo "latch", uma memória de biestáveis.


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11
set
2012

Associação mista de resistores

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     A associação mista de resistores, engloba o circuito em série e o circuito em paralelo. Assista a vídeo aula:

10
set
2012

Associação de resistor em série

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     É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série, que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados.

     No circuito série, a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série.


09
set
2012

Associação de resistores em paralelo

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     É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo, que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados.


09
set
2012

Leis de Kirchhoff

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     Formuladas em 1845, estas leis são baseadas no Princípio da Conservação da Energia, no Princípio de Conservação da Carga Elétrica e no fato de que o potencial elétrico tem o valor original após qualquer percurso em uma trajetória fechada (sistema não-dissipativo).
     As Leis de Kirchhoff  são empregadas em circuitos elétricos mais complexos, como por exemplo circuitos com mais de uma fonte de resistores estando em série ou em paralelo.    

     Para estuda-las vamos definir o que são Nós e Malhas:

          Nó: é um ponto onde três (ou mais) condutores são ligados.
          Malha: é qualquer caminho condutor fechado.
 

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09
set
2012

Energia e Circuitos Elétricos vídeo aula

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03
set
2012

Capacitor de arranque

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      É um dispositivo elétrico utilizado para criar uma fase com características diferentes da fase que está alimentando o enrolamento de serviço. Estabelece-se, assim, um campo giratório que torna mais potente o arranque dos motores monofásicos. 
     O capacitor de arranque é cilindrico e possui dois bornes para a sua conexão. Há, também, duas lâminas de alumínio isoladas entre si por uma ou mais camadas de papel. Das lâminas de alumínio, saem para o exterior dois fios que são ligados aos bornes.
     As lâminas de alumínio e o papel isolante são enrolados em espiral e ficam dentro de um recipiente de metal ou baquelite.
     Os capacitores de arranque são fabricados 





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Contator é um dispositivo eletro magnético que liga e desliga o circuito de diferentes tipos de acionamento como o de uma luz por exemplo ou como de um sistema de uma bomba d'água de uma indústria...

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