Geradores são dispositivos que transformam um tipo qualquer de energia em energia elétrica. Conforme a fonte de energia, eles podem ser classificados em:
• Eletroquímicos – Produzem a diferença de potencial por meio de reações químicas em seu interior, como as pilhas e as baterias.
30set2012
Geradores
Marcadores: energia elétrica | author: Anderson
28set2012
Como calcular a potência dissipada
Marcadores: circuítos elétricos | author: Anderson Um dos efeitos da corrente elétrica ao atravessar uma resistência é a transformação de energia elétrica em calor (efeito Joule). No entanto, esse calor produzido nem sempre é desejável.
No caso de um motor elétrico, em que a finalidade é transformar energia elétrica em mecânica, o calor gerado pela passagem de corrente nos condutores representa perda de energia, ou seja, a resistência do fio é indesejável e deve ser minimizada, pois a energia nela dissipada não é transformada em energia mecânica. Já nos aquecedores, deseja-se que toda a energia elétrica se transforme em calor.
Em ambos os casos citados, é preciso calcular a potência dissipada.
Exemplos
1. Qual a potência dissipada em um resistor de 10 kΩ, percorrido por uma corrente de 5 mA?
Solução:
2. Determine a potência dissipada em um resistor de 2k2 Ω, submetido a uma ddp de 12 V.
Solução:
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28set2012
Isolante ideal e supercondutores
Marcadores: eletricidade, magnetismo | author: Anderson Nem o melhor dos isolantes está livre de ser atravessado por corrente elétrica, ou seja, o isolante ideal só existe teoricamente. Por maior que seja a resistência ou resistividade elétrica de uma substância, alguns elétrons sempre podem atravessá-la. Ao se elevar a tensão aplicada no material isolante, aumenta-se o campo elétrico no interior dele, até o ponto em que ocorre uma “avalanche” de cargas elétricas, gerando calor e temperatura suficiente para destruir o material de maneira irreversível.
De outro lado, em temperaturas próximas ao zero absoluto (cerca de –273,15 °C), a resistência dos metais é praticamente nula, fazendo com que eles se comportem como condutores ideais ou supercondutores. As tentativas de descoberta de materiais nos quais o fenômeno ocorre em temperaturas mais elevadas resultaram em um composto de ítrio, cobre, bário e oxigênio. Na temperatura de aproximadamente –38 °C, ele possui características de um supercondutor, ou seja, apresenta resistência nula.
Existem aplicações comerciais para supercondutores, incluindo os magnetos de aparelhos de ressonância magnética e os magnetos dos novos trens-bala levitados
(figura 1). Estão sendo estudadas aplicações de supercondutores em transformadores e geradores, em linhas de transmissão de energia elétrica, em armazenadores de energia elétrica, em motores para barcos etc.
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Figura 1 |
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27set2012
Ligação de um motor com doze pontas
Marcadores: motores elétricos | author: Anderson Em alguns casos específicos usam-se motores trifásico com doze pontas onde à necessidade de várias tensões 220V/ 380V/440V , seja indispensável. O motor de dose pontas nos da a possibilidade de liga-lo em quatro diferentes tensões. Veja como deve ser o fechamento em 220V:
Observe que os terminais 1-6-7-12 são interligados e conectados a fase R. Os terminais 3-5-9-11 são interligados e conectados a fase S. Os terminais 2-4-8-10 são interligados e conectados a fase T.
Agora observe o fechamento em 440V, os terminais 4-7, 5-8 e 6-9 são interligados, os terminais 2-10 conecta-se a fase R, nos terminais 3-11 conecta-se a fase S e nos terminais 1-12 conecta-se a fase T.
Em alguns casos usa-se uma ligação em 760V, para partida de motores, onde 4-7, 5-8, 6-9, 10-11-12 são interligados, e 1 recebe a fase R, 2 recebe a fase S, e 3 recebe a fase T.
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27set2012
Como medir a resistência elétrica
Marcadores: circuítos elétricos, Eletrônica | author: Anderson O instrumento que mede a resistência elétrica de um dispositivo ou circuito é o
ohmímetro. O aparelho deve ser conectado em paralelo à resistência a ser medida, conforme ilustrado na figura 1.
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Figura 1 |
O componente sob medição não poderá em hipótese alguma estar energizado, a fim de evitar danos ao instrumento. Note que nessa figura a fonte está desconectada do resistor.
Mesmo com o circuito desenergizado, deve-se tomar o cuidado de verificar se não existem outros componentes conectados ao resistor sob medição. No caso da figura 2, o ohmímetro está indicando a leitura das duas resistências em paralelo e não apenas de R2, à qual está conectado.
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Figura 2 |
Caso se queira medir apenas R2, ela deverá ser desconectada das demais, como ilustrado na figura 3.
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Figura 3 |
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26set2012
Resistência elétrica
Marcadores: eletricidade, Eletrônica | author: Anderson A resistência elétrica depende do material, das dimensões do condutor e da temperatura (agitação térmica). Sua unidade de medida no SI é o ohm. Em muitos casos práticos, deseja-se que o valor da resistência seja o menor possível, para reduzir a dissipação de energia – por exemplo, nos condutores empregados em redes elétricas, transformadores e motores.
Em outras aplicações, como nos circuitos eletrônicos, deseja-se limitar a corrente em um valor estipulado. Nesse caso, utiliza-se um componente especialmente destinado a esse fim, o resistor. Trata-se de um elemento físico cuja característica principal é a resistência elétrica.
Os resistores podem ser construídos com fio, filme de carbono, filme metálico
etc. A figura 1 ilustra alguns tipos de resistores disponíveis comercialmente.
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Figura 1 |
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Figura 2 |
Outra importante característica de um resistor é a potência máxima dissipada. Resistores de carbono e filme metálico são encontrados na faixa de 0,1 a 1 W; resistores de fio estão na faixa de 5 a 100 W; e resistores de aquecimento para uso residencial se situam entre 1 e 5 kW.
Algumas aplicações exigem que o valor da resistência do resistor seja variado. Em aplicações eletrônicas de baixa potência, elementos que permitem tal variação são encontrados na forma de potenciômetros como mostra a figura 3, usado para o controle de volume em sistemas de som antigos, em que o operador tinha acesso a seu eixo. Há também os trimpots, utilizados para ajustes no circuito eletrônico, não acessíveis ao operador.
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Figura 3 |
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26set2012
Efeitos da corrente elétrica
Marcadores: eletricidade | author: Anderson A corrente elétrica não é visível, mas podemos perceber claramente seus efeitos.
• Efeito térmico – Também conhecido como efeito Joule, ocorre devido à colisão dos elétrons em movimento (livres) com átomos do condutor. Os átomos recebem parte da energia cinética proveniente do movimento dos elétrons e acabam aumentando sua vibração (agitação térmica) dentro do condutor, o que equivale a aumento em sua temperatura. De modo simplificado, pode-se dizer que o efeito Joule é a transformação de energia elétrica em calor. Alguns exemplos de aplicação do efeito são o chuveiro, o ferro elétrico e as lâmpadas incandescentes, cujo filamento chega a 3 000 °C, emitindo luz.
• Efeito químico – Ocorre quando a corrente elétrica passa por certas soluções, contribuindo para a reação química. Alguns exemplos de utilização na indústria são a eletrólise, aplicada na separação de gases, purificação do alumínio etc., e a galvanização, em que se realiza o recobrimento de materiais com prata, ouro e cromo.
• Efeito magnético – Ocorre quando a passagem da corrente elétrica por um condutor dá origem a um campo magnético a seu redor. Esse efeito é a base para o funcionamento de transformadores, motores, geradores etc.
• Efeito luminoso – A corrente elétrica circulando em um recipiente no qual há gases metálicos (mercúrio, sódio) provoca emissão de luz, como acontece com a lâmpada fluorescente.
• Efeito fisiológico – Ao passar através dos seres vivos, a corrente pode causar diferentes efeitos, dependendo da intensidade, da duração e do caminho que ela percorre nos tecidos. Pode ocorrer desde formigamento até contração e paralisia muscular, perda de consciência, asfixia, queimaduras etc., conforme descrito na tabela abaixo.
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25set2012
Processo de eletrização
Marcadores: magnetismo | author: Anderson Há três maneiras de eletrizar um corpo: por atrito, por contato ou por indução. No experimento descrito a seguir ocorrem os três tipos de eletrização. Para reproduzi-lo, bastam um pente, cabelo e papel picado.
Ao passar o pente no cabelo (atrito), ocorre a transferência de cargas entre os dois elementos. O pente agora tem excesso de cargas negativas e o cabelo, de cargas positivas, dando origem, assim, a campos elétricos.
Ao aproximar o pente eletrizado dos pedaços de papel, o campo elétrico do pente age sobre as cargas do papel, provocando a separação entre elas. As cargas positivas se concentram na parte superior dos pedaços de papel, por atração, enquanto as negativas são repelidas para a parte inferior.
A polarização dá origem a uma atração entre o pente e o papel, até ocorrer o contato entre eles. Após o contato, alguns elétrons do pente se transferem para o papel, de modo que a distribuição espacial das cargas atinge o equilíbrio. Esses elétrons neutralizam algumas das cargas positivas dos pedaços de papel, o qual se torna negativo. Nessa situação, papel e pente estão negativamente carregados, o que provoca a repulsão entre eles.
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25set2012
Grandezas elétricas, unidades, notação e prefixos
Marcadores: eletricidade. | author: Anderson Em praticamente todos os casos vamos trabalhar com as grandezas elétricas expressas em unidades do Sistema Internacional de Unidades (SI). A maioria leva o nome de grandes cientistas, por exemplo: V, para volt (em homenagem a Alessandro Volta); A, para ampère (André Marie Ampère); e W, para watt (James Watt). Note que volt, ampère e watt são grafados com letras minúsculas, e seus símbolos, em maiúscula. As regras para a grafia correta das unidades e seus símbolos são encontradas no site do Inmetro . O nome da grandeza deve ser grafado no plural quando for o caso (1 volt, 2 volts), enquanto o símbolo permanece sempre no singular e sem ponto no final (1 V, 2 V, e não 2 Vs).
Serão usadas, ainda, potências de 10 para a descrição das grandezas, porque assim é possível trabalhar de maneira mais confortável com valores muito grandes ou muito pequenos. Deve-se também ter cuidado em respeitar o uso de maiúscula ou minúscula nos prefixos, cujas regras para a grafia correta são encontradas na mesma página do Inmetro citada no parágrafo anterior.
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25set2012
Campo elétrico
Marcadores: magnetismo | author: Anderson Antes de passar ao estudo do campo elétrico e das forças que atuam sobre as cargas, vamos fazer uma analogia com o campo gravitacional. Toda massa (por exemplo, a de um planeta) cria um campo gravitacional a seu redor, fazendo com que outras massas sejam atraídas por ela (todos os corpos são atraídos para o centro da Terra). Da mesma forma, cargas elétricas produzem, esteja nesse campo sofrerá repulsão (se ambas tiverem o mesmo sinal) ou atração (se os sinais forem diferentes). Tais forças entre as cargas, no caso, têm natureza elétrica, e entre as massas, natureza gravitacional.
Assim como as massas imersas em campo gravitacional estão sujeitas a uma força gravitacional, as cargas elétricas no interior de um campo elétrico também sofrem a ação de forças de natureza elétrica. No caso de duas massas, cada uma cria o próprio campo gravitacional. Portanto, quando próximas, ambas estão sob a ação de forças atrativas, cujas intensidades são iguais e de sentidos opostos.
Analogamente, se tivermos dois corpos A e B carregados com cargas elétricas de sinais diferentes (figura 1), teremos B imerso no campo elétrico gerado por A, sujeito a uma força atrativa F, de direção horizontal e sentido para a esquerda. A carga de A, que está imersa no campo elétrico produzido por B, está sujeita a uma força de mesma intensidade F e direção horizontal, mas com sentido para a direita.
Experimentalmente, verifica-se que cargas de polaridades diferentes se atraem, enquanto cargas de mesmo sinal se repelem.
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Figura1 |
A intensidade da força elétrica de atração (entre cargas de sinais contrários) ou
de repulsão (entre cargas de mesmo sinal) é dada pela expressão algébrica da
lei de Coulomb.
No modelo planetário de Rutherford, os elétrons de um átomo se distribuem em órbitas circulares, conhecidas também por camadas (K, L, M, N...), como mostra a figura 2. Os elétrons da última camada, por estarem mais distantes, estão sujeitos a menor força de atração e podem ser facilmente retirados do átomo.
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Figura 2 |
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25set2012
História da eletricidade
Marcadores: eletricidade | author: Anderson O volt (V) é uma homenagem a esse físico italiano, inventor da pilha. Ele acreditava que os tecidos dos seres vivos não eram imprescindíveis para gerar eletricidade, ao contrário de seu contemporâneo Luigi Galvani – ambos precursores dos estudos nesse campo. Formaram-se, então, duas alas de pensadores: a dos que acreditavam na “eletricidade animal” e a dos que defendiam a existência da “eletricidade metálica”.
Em 1820, o francês André-Marie Ampère realizou as primeiras experiências sobre a influência do movimento das cargas elétricas (corrente elétrica). Em 1827, publicou o resultado de várias pesquisas sobre a teoria dos circuitos elétricos. No mesmo ano, o físico alemão George Simon Ohm apresentou suas leis relativas à resistência elétrica dos condutores.
Em 1850, Gustav Robert Kirchhoff divulgou seus estudos sobre correntes e tensões em circuitos elétricos. Esses trabalhos formam a base da teoria de circuitos elétricos, utilizada nas áreas de eletricidade, eletrônica, telecomunicações, máquinas elétricas, sistemas de potência etc.
Em 1820, o físico dinamarquês Hans Christian Öersted descobriu que a corrente elétrica produz campo magnético, observando que, quando uma corrente elétrica passava por um condutor, ocorria deflexão na agulha de uma bússola localizada em suas proximidades.
Em 1831, Michael Faraday constatou que o inverso também ocorre, ou seja, quando se faz o campo magnético nas proximidades de um condutor variar também se gera energia elétrica. Essa descoberta levou ao desenvolvimento dos geradores de corrente contínua e de corrente alternada, dos transformadores e à criação dos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica pelas primeiras grandes empresas do setor elétrico, no final do século XIX.
Por volta de 1840, as primeiras lâmpadas a arco começaram a iluminar algumas
cidades.
É desse período a invenção que revolucionou o uso da eletricidade: a lâmpada elétrica incandescente, a criação mais conhecida do cientista norte-americano Thomas Edison, que percebeu a necessidade de desenvolver também um sistema de geração e transmissão de energia.
Nessa época, muitos cientistas, e até leigos, voltaram seu interesse para o estudo da eletricidade, o que foi acompanhado por um crescimento vertiginoso no desenvolvimento de aplicações que fazem parte de nosso cotidiano: as transmissões de televisão, as telecomunicações, o computador, os equipamentos hospitalares, os sistemas de iluminação, os sistemas de transporte, entre outras.
25set2012
Lâmpadas a arco
| author: Anderson Esse tipo de lâmpada produzia um arco elétrico luminoso entre duas hastes. Pouco eficientes e geradoras de calor insuportável e fumaça, foram substituídas com vantagem pelas lâmpadas incandescentes, a partir de 1880, sucedendo o lampião a gás, usado até então na iluminação pública, nas empresas e nos domicílios.
Posteriormente, desenvolveram-se as lâmpadas de descarga, em que o arco ocorre dentro de um bulbo de vidro (ou quartzo) preenchido com gás (mercúrio, sódio etc.). Por sua elevada eficiência energética, essas lâmpadas vêm substituindo as incandescentes na maioria das aplicações.
22set2012
Carga elétrica
Marcadores: magnetismo | author: Anderson As primeiras descobertas referentes a fenômenos elétricos são atribuídas aos antigos gregos. O filósofo Tales de Mileto observou que um pedaço de âmbar, depois de atritado com pele de carneiro, adquiria a propriedade de atrair corpos leves (palhas e pequenas sementes secas).
William Gilbert também estudou fenômenos de atração entre corpos diferentes do âmbar. Como a palavra grega correspondente a âmbar é elektron, ele passou a utilizar o termo “eletrizado” em situações nas quais os corpos eram atraídos depois de atritados. Isso pode ser comprovado com o simples experimento de atritar um pente ou uma régua plástica em uma flanela seca e atrair pequenos pedaços de papel ou fios de cabelo.
Como sabemos, os corpos são constituídos de átomos e estes possuem partículas subatômicas. No núcleo do átomo estão os nêutrons, de carga elétrica nula, e os prótons, de carga elétrica positiva; na eletrosfera localizam-se os elétrons, de carga elétrica negativa (figura 1). Portanto, a explicação para esses fenômenos de eletrização é a transferência de elétrons entre os corpos atritados.
No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade de medida da carga elétrica é o coulomb (C), em homenagem ao físico francês Charles Augustin de Coulomb.
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Figura 1 |
Finalmente, os nêutrons, que não possuem carga elétrica, foram descobertos em 1932 pelo físico britânico James Chadwick. Essas partículas são importantes para manter a estabilidade dos núcleos atômicos.
Os corpos são eletrizados quando sofrem perda ou ganho de elétrons: os que perderam elétrons adquirem carga elétrica positiva (uma vez que o número de prótons é maior), e os que ganharam elétrons, carga elétrica negativa. A eletrostática então se fundamenta basicamente em dois princípios:
Princípio da atração e da repulsão – Cargas de natureza elétrica oposta (sinais opostos) se atraem, enquanto cargas de mesma natureza elétrica (mesmo sinal) se repelem (figura 2).
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Figura 2 |
É importante ressaltar que não se associam os termos “positivo” e “negativo” aos polos magnéticos dos ímãs, uma vez que as cargas elétricas positivas e negativas se manifestam separadamente, do mesmo modo que não existe um ímã sem dois polos magnéticos.
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21set2012
Aplicações práticas do campo magnético
Marcadores: magnetismo | author: Anderson Entre as principais aplicações do campo magnético estão o eletroímã, a ressonância magnética e o detector de metais.
Eletroímã
É uma bobina percorrida por corrente elétrica que tem o campo magnético intensificado por um corpo magnetizável, denominado núcleo. O princípio do eletroímã está presente em muitos dispositivos elétricos, como campainhas, relés e contactores (figura 1).
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Figura 1 |
Ressonância magnética
Por muito tempo a única maneira de observar partes internas do corpo humano (órgãos, músculos, ossos) e diagnosticar doenças era por meio dos raios X (mesmo em uma tomografia computadorizada). O surgimento da técnica da ressonância magnética passou a permitir a obtenção de excelente nível de qualidade de imagens em corte do corpo humano, além de não expor a pessoa aos raios X, que em valores elevados são prejudiciais.
Durante o exame de ressonância magnética, o paciente deita em uma mesa que se movimenta horizontalmente no interior de um gigantesco eletroímã circular. Essa bobina circular aplica um campo magnético que provoca o alinhamento dos dipolos magnéticos do núcleo de certos átomos do corpo humano (figura 2).
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Figura 2 |
Após o alinhamento, ondas de rádio são aplicadas na região a ser examinada. Quando a frequência dessas ondas coincide com a frequência natural dos núcleos atômicos, estes absorvem energia. Ao removerem o sinal de rádio, os núcleos emitem essa energia na forma de sinais, que são detectados, amplificados, digitalizados e usados para produzir uma imagem em corte.
Detector de metais
O funcionamento do detector de metais baseia-se no seguinte princípio: quando se aproxima um ímã de uma barra de ferro, o campo magnético força a orientação de seus dipolos, transformando-a em ímã (figura 3).
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Figura 3 |
Os detectores podem ser portáteis ou fixos, como aqueles instalados em aeroportos (figura 4).
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Figura 4 |
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21set2012
Retificador de meia onda
Marcadores: Eletrônica | author: Anderson O circuito retificador de meia onda é composto por um único diodo acoplado na saída de um transformador. Graças a essa configuração, após a passagem pelo diodo, observam-se somente semiciclos positivos, pois durante o semiciclo negativo a tensão na carga é nula.
Quando a tensão de entrada (Ve) for positiva, o diodo conduzirá e a tensão na carga será igual à tensão de entrada descontando 0,7 V. Se a tensão de pico de entrada (VP) for muito maior que 0,7 V, a tensão na carga será praticamente igual a Ve. No semiciclo negativo (Ve< 0), o diodo estará cortado e toda a tensão estará aplicada entre seus terminais; por isso, o diodo deve ter uma tensão de ruptura maior que VP. A figura apresenta situações do circuito e formas de onda.
A função de um retificador é manter uma tensão contínua na saída. A tensão na carga tem um componente contínuo, aqui denominado VCC (VDC, em inglês), que se calcula por:
Obs.: a tensão média (VCC) é medida por um voltímetro CC.
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(a) Circuito retificador de meia onda; (b) circuito equivalente no semiciclo positivo; (c) circuito equivalente no semiciclo negativo; (d) formas de onda de entrada, na carga e no diodo. |
Para essa mesma forma de onda, o valor da tensão eficaz (medida por um voltímetro
True RMS) é dado por:
Obs.: a tensão eficaz é medida por um voltímetro True RMS AC + DC.
As expressões anteriores são verdadeiras quando o valor de pico é muito maior que 0,7 V; caso contrário, deve-se subtrair 0,7 V de VP . Nesse caso, os valores da tensão média e da tensão eficaz são calculados, respectivamente, por:
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20set2012
Trocando disjuntores do quadro de distribuição
Marcadores: eletricidade, video aulas | author: Anderson
20set2012
Como testar um diodo
Marcadores: Eletrônica | author: Anderson Em muitas situações de trabalho na área eletrônica, é necessário realizar testes em semicondutores para saber quais são seus terminais (anodo e catodo) e verificar se estão com defeito (aberto em curto-circuito ou com fuga). O teste de semicondutores baseia-se no fato de que, sob polarização direta, uma junção PN apresenta resistência baixa (10 Ω, por exemplo) e, sob polarização reversa, resistência alta (> 1 MΩ).
O teste de semicondutores pode ser realizado com um multímetro digital ou analógico na posição ohmímetro. Por exemplo, ao selecionar ohmímetro em um multímetro analógico e posicionar as pontas de prova nos terminais de um diodo, ocorrerão as duas situações indicadas na figura 1.
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Figura 1 Diodo polarizado (a) diretamente e (b) reversamente. |
Atenção: a polaridade indicada no ohmímetro na figura 1 é a polaridade da bateria interna, que é o contrário da indicação externa, ou seja, o terminal vermelho está ligado internamente ao polo negativo da bateria.
A figura 2 mostra como realizar o teste usando o multímetro digital, com a chave posicionada no símbolo do diodo. Quando o diodo está em boas condições, em polarização direta, o display exibe um valor de tensão de 650 a 700 mV e, em polarização reversa, uma barra vertical do lado esquerdo, indicando resistência muito alta (figura 2a). Se no display aparecem zeros, o diodo está em curto-circuito (figura 2b). Quando se vê a barra vertical nos dois sentidos, o diodo está aberto (figura 2c).
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Figura 2 Teste com multímetro digital: (a) diodo em bom estado, (b) diodo em curto-circuito e (c) diodo aberto. |
19set2012
Padrão de cores para condutores
Marcadores: circuítos elétricos | author: Anderson A energia elétrica que abastece o setor residencial é fornecida por transformadores abaixadores localizados nos postes da rede secundária de distribuição. Pelo ramal de distribuição aérea ou subterrânea, chega ao poste de entrada, onde se encontra a caixa do medidor de energia. Então, segue por fios para o quadro de distribuição, instalado na parte interna da residência, e finalmente para os circuitos terminais para alimentar as cargas, ou seja, lâmpadas, chuveiros, torneiras elétricas e aparelhos eletroeletrônicos ligados às tomadas.
Na caixa do medidor de energia e no quadro de distribuicão são instalados disjuntores termomagnéticos, que servem para proteger os condutores dos circuitos internos da casa e os eletrodomésticos. Os condutores são cabos e fios de cobre que permitem interconexões dos circuitos. O disjuntor denominado diferencial residual serve para a proteção contra choque elétrico e sua instalação é obrigatória.
Os condutores utilizados em instalação elétrica são: fase, neutro, retorno e de proteção (terra). Além da simbologia estabelecida pela norma NBR 5444:1989, eles têm cores padronizadas, previstas pela norma NBR 5410:2004 e pelo código internacional de cores: azul-claro para o neutro e verde ou verde-amarelo para o terra.
A figura mostra a simbologia e a representação física, em corte, de um
eletroduto embutido em alvenaria, pelo qual passam os condutores elétricos.
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12set2012
Gerador magnético de energia
Marcadores: fonte geradora de energia | author: Anderson Inundações de terras, desapropiações, lagos gigantescos, bilhões em
investimento de mega construções, tudo isso é desnecessário, mas os
especialistas dizem que é impossível gerar energia de uma fonte
inesgotável e limpa para sustentar o país ou ao menos uma cidade.
Enquanto isso as pessoas que realmente vivem a realidade estão
usufluindo das tecnologias simples e eficientes.
12set2012
Display
Marcadores: Eletrônica | author: Anderson
12set2012
Curso de eletrônica industrial
Marcadores: video aulas | author: AndersonLeia Mais…
12set2012
Latch
Marcadores: Eletrônica | author: Anderson
12set2012
Decodificadores
Marcadores: Eletrônica | author: Anderson Os decodificadores são circuitos lógicos que convertem informações de um código binário para outro. Uma das maiores aplicações dos decodificadores está na conversão de informações de um código de acionamento de displays, de forma que os algarismos ou letras codificadas digitalmente sejam mais compreensíveis aos usuários.
Muitas vezes, é necessário que uma informação aplicada à entrada de um decodificador seja memorizada indicando o mesmo número durante certo tempo. Mesmo que durante esse tempo a entrada receba outra informações, a saída deverá ficar inalterada. Essa função é realizada pelo "latch", uma memória de biestáveis.
11set2012
Associação mista de resistores
Marcadores: video aulas | author: Anderson A associação mista de resistores, engloba o circuito em série e o circuito em paralelo. Assista a vídeo aula:
10set2012
Associação de resistor em série
Marcadores: video aulas | author: Anderson É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série, que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados.
09set2012
Associação de resistores em paralelo
Marcadores: video aulas | author: Anderson É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo, que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo).
É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. A
nomeação descreve o método como os componentes são conectados.
09set2012
Leis de Kirchhoff
Marcadores: video aulas | author: Anderson Formuladas em 1845, estas leis são baseadas no Princípio da Conservação da Energia, no Princípio de Conservação da Carga Elétrica
e no fato de que o potencial elétrico tem o valor original após
qualquer percurso em uma trajetória fechada (sistema não-dissipativo).
As Leis de Kirchhoff
são empregadas em circuitos elétricos mais complexos, como por exemplo
circuitos com mais de uma fonte de resistores estando em série ou em
paralelo.
Para estuda-las vamos definir o que são Nós e Malhas:
Malha: é qualquer caminho condutor fechado.
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03set2012
Capacitor de arranque
Marcadores: motores elétricos | author: Anderson Como corrigir o fator de potência. Antes de realizar qualquer investimento para Correção de Fator de Potência é necessário a identificação da causa de sua origem ... ... Saiba Mais |
Ligação de um motor elétrico com 6 pontas Na maioria dos casos os motores possuem 6 pontas de cabos em sua caixa de ligação. ...Saiba mais |
Acionamento de motores elétricos Contator é um dispositivo eletro magnético que liga e desliga o circuito de diferentes tipos de acionamento como o de uma luz por exemplo ou como de um sistema de uma bomba d'água de uma indústria... ... Saiba mais |